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ACERVO · Filme · 2018

Sansão

Samson

Sansão (Taylor James) é um homem com uma força sobrenatural que recebeu um chamado divino para libertar seu povo da escravidão. Quando ele perde seu amor para um cruel príncipe filisteu, o jovem hebreu parte em uma jornada para defender seu povo, sacrificando o que for preciso para vingar seu amor, seu povo e seu Deus.

Fonte: TMDB
* 5.8 (253)AçãoAventuraDramaEstados Unidos
Diretores
Bruce Macdonald
Paises
Estados Unidos
Estudios
Pure Flix Entertainment · Boomtown films · Universal Pictures
Duração
110 min
Classificação etária
14 anos
Lancamento
16/02/2018
Pontuacao
5.8 / 10 (253)
Onde assistir
Streaming
Univer VideoUniver VideoAdrenalina Pura Amazon channelAdrenalina Pura Amazon channelAdrenalina Pura Apple TV channelAdrenalina Pura Apple TV channel
Elenco
Taylor James
Taylor James
Samson
Jackson Rathbone
Jackson Rathbone
Rallah
Billy Zane
Billy Zane
King Balek
Caitlin Leahy
Caitlin Leahy
Delilah
Frances Sholto-Douglas
Frances Sholto-Douglas
Taren
Rutger Hauer
Rutger Hauer
Manoah
Lindsay Wagner
Lindsay Wagner
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Greg Kriek
Greg Kriek
Caleb
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Matthew Dylan Roberts
Matthew Dylan Roberts
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Comentários

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Resenhas de usuarios
Filipe Manuel Neto
★ 6.0 / 10
**Um remake escusado e que parece ter sido pensado para a TV.** Como eu já tive oportunidade de dizer, a Bíblia é um excelente manancial de boas histórias, independentemente da fé ou crença religiosa que tenhamos. O cinema tem aproveitado as histórias bíblicas desde sempre e isso já rendeu uma série de filmes tão bons que se tornaram parte da nossa memória cultural colectiva. Porém, há alguns anos que surgiu a moda de fazer remakes de muitos desses filmes. Alguns saem melhor, outros pior. Este é mais remake e, para ser sincero, a maior diferença entre ambos os filmes é forma como abordam a história contada e os nomes de algumas personagens. A história contada não necessita de grandes apresentações, até quem nunca leu a Bíblia já ouviu falar dela: mil anos antes do nascimento de Jesus, os judeus viviam escravizados pelos filisteus e a sua última grande esperança de libertação residia na força hercúlea de Sansão, o qual foi nomeado ao nascer para líder do povo judeu. Mas Sansão parece relutante em aceitar o seu destino e está encantado por Taren, uma filisteia. O casamento é atrapalhado por Rallah, o impiedoso e cruel herdeiro do trono filisteu, inimigo figadal de Sansão, que irá perseguir toda a família dele e usar a sua amante, Dalila, para o seduzir e lhe roubar a força. Se o filme “Sansão e Dalila” de 1949 aborda a clássica história bíblica do ponto de vista de um romance trágico, onde os amores cruzados entre as personagens são parte central da trama, este filme foca-se muito mais na acção e as relações amorosas acabam por ser apenas mais um motivo para os dois antagonistas – Sansão e Rallah – se odiarem cada vez mais. Se este recurso me pareceu inteligente por um lado, tornando os dois filmes abordagens diferentes e distintas a uma mesma história, por outro fez com que a personagem de Dalila se tornasse muito mais secundária do que estamos habituados. É um filme muito mais masculino, e as personagens centrais do filme são masculinas (Sansão, Rallah, o rei Balek). Dalila é virtualmente atirada para a periferia do elenco até à última meia hora de filme e nunca tem o desenvolvimento que devia ter. Outra coisa bastante mais visível neste filme é a diferença cultural e religiosa entre judeus e filisteus, e a forma como a questão religiosa os tornava incompatíveis. O elenco do filme é liderado por Taylor James, que parece ter sido seleccionado com base no tamanho dos bíceps e não pela sua capacidade de encarnar a personagem. Durante as cenas de acção ele é verdadeiramente monstruoso e parece um colosso de ferro. No resto ele nunca passa da mediania e por vezes soa de modo artificial e cliché. Jackson Rathbone teve sucesso na tarefa de parecer suficientemente psicopata e louco, mas isso foi a única coisa que ele fez correctamente. Frances Sholto-Douglas esteve bem, mas as vezes parece comportar-se e falar de uma forma demasiado anacrónica, como uma adolescente do nosso tempo. Caitlin Leahy teve muito azar com o material recebido e deu-nos uma Dalila incoerente e cliché. Melhor estiveram Rutger Hauer e Billy Zane, mas as suas personagens não tinham peso e tempo suficiente para os actores mostrarem muito mais. Do ponto de vista técnico, é um filme igualmente esquecível. De facto, eu nem sequer sei se ele foi concebido para o grande ecrã… penso que não. Tudo neste filme respira televisão e sinto que o filme ia ficar muito pior do que é se fosse exibido num teatro. Ou talvez isso se deva ao reduzido orçamento disponível para a produção… não sei bem. O filme tem doses consideráveis de CGI mediano, que nunca parece real mas funciona o suficiente para fazer o que tem de fazer. A cinematografia é regular e não foge ao padrão da indústria. Os cenários e figurinos são bastante interessantes, e eu senti que houve um esforço genuíno para dar ao filme um aspecto mais realista, despido de artifícios épicos. É de louvar e funcionou, ainda que com algumas falhas. A banda sonora funciona, mas parece claramente feita para um filme de TV e não para o cinema. O melhor em todo o filme são as cenas de acção (especialmente a batalha em que Sansão usa um osso como arma) e as cenas finais, no templo pagão.
TMDB
Palavras-chave
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