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ACERVO · Filme · 1997

O Quinto Elemento

Le Cinquième Élément

No século XXIII, um motorista de taxi de Nova York se envolve em uma aventura na qual tem de deter um ser demoníaco que percorre a galáxia a cada cinco mil anos. Se nada for feito, a Terra será destruída. Mas para isto, ele precisa encontrar quatro pedras antigas que representam os elementos e colocá-las em volta de uma bela mulher, que é o quinto elemento.

Fonte: TMDB
* 7.6 (11,767)AçãoAventuraFicção científicaFrança
Diretores
Luc Besson
Paises
França
Estudios
Gaumont
Duração
125 min
Classificação etária
12 anos
Lancamento
02/05/1997
Pontuacao
7.6 / 10 (11,767)

Premiações e indicações

  • Nomeado — Oscar
  • Vencedor do BAFTA de Melhor Efeitos Visuais Especiais de Mark A. Mangini
  • Vencedor do Festival de Cinema de Cannes de Thierry Arbogast
  • Vencedor do Festival de Cinema de Cannes de Luc Besson
  • Vencedor do Festival de Cinema de Cannes de Dan Weil
  • Nomeado — Festival de Cinema de Cannes
Onde assistir
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Elenco
Bruce Willis
Bruce Willis
Korben Dallas
Milla Jovovich
Milla Jovovich
Leeloo
Gary Oldman
Gary Oldman
Zorg
Ian Holm
Ian Holm
Cornelius
Chris Tucker
Chris Tucker
Ruby Rhod
Luke Perry
Luke Perry
Billy
Brion James
Brion James
General Munro
Tommy Lister Jr.
Tommy Lister Jr.
President Lindberg
Lee Evans
Lee Evans
Fog
Charlie Creed-Miles
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David
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Comentários

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Resenhas de usuarios
Filipe Manuel Neto
★ 8.0 / 10
**Uma bela obra de cinema, e um dos melhores filmes de Luc Besson.** Luc Besson é, talvez, um dos melhores e mais originais cineastas franceses, e brinda-nos ocasionalmente com pérolas de grande valor como “Nikita” ou “Leon”. De facto, o nome deste director é tão importante que ajudou a refrescar e modernizar o cinema francês. Este filme é um dos melhores da sua filmografia até ao presente, mas estou seguro de que o director terá facilidade em continuar a deliciar-nos com bons trabalhos. O filme é um marco do cinema sci-fi e conta-nos uma história que decorre no século XXIII, numa época em que a vida extraterrestre é parte das nossas vidas e há uma espécie de federação intergaláctica presidida pelos humanos (porquê sempre nós?). Em meio aos problemas de uma sociedade humana aparentemente dissoluta e corrupta, um conjunto de pessoas bem intencionadas tem guardado um segredo: a vida no Universo está ameaçada pela chegada iminente de um grande mal, que nunca é verdadeiramente identificado pelo roteiro. A ocorrência deste combate entre Bem e Mal é cíclica, ocorre em períodos de uns cinco mil anos, aproximadamente, e só uma reunião dos quatro elementos e de um tipo de ser superior, semidivino (o chamado Quinto Elemento), é que pode salvar-nos a todos. No entanto, a batalha está ameaçada por vários inimigos, desde um povo alienígena que se quer vingar até a uma espécie de negociante de arte maligno que quer deitar mão a um conjunto de relíquias antigas essenciais para o ritual salvífico. A história é muito boa, assenta em premissas largamente criativas e imaginativas, e dá-se a uma exploração eficaz pelos efeitos visuais e especiais. Ocasionalmente, ao longo deste filme, podemos sentir que há alguma lentidão, e algumas cenas poderiam ter sido tiradas ou encurtadas, mas no geral a edição funciona muito bem, a cinematografia é excelente e o trabalho de filmagem é bonito. Os cenários, figurinos e escolha de locais de filmagem foram detalhes criteriosamente pensados, assim como a banda sonora, muito envolvente, de Eric Serra. Não é uma banda sonora que fique no ouvido, mas auxilia o filme bastante bem e cumpre o seu papel. Sendo um filme sci-fi, e contando desde o início com o apoio dos grandes estúdios de Hollywood, não é surpreendente que os valores de produção não sejam despiciendos, em particular no que concerne aos efeitos visuais e especiais. Claro, eles ainda usam teclados com botões e nós, trinta anos volvidos, já temos telas tácteis, e nota-se que a tecnologia dos nossos dias é muito mais evoluída do que a deste filme, mas isso são detalhes que estou disposto a ignorar. Bruce Willis deu vida ao herói do dia de maneira eficaz, como faz sempre. Ele já fez uma série de personagens semelhantes, como John McClane, e esta personagem é apenas uma remontagem mastigada de elementos que o actor domina muito bem, e que cospe para a tela sem originalidade nem grande esforço. Portanto, não é uma interpretação dramática que eu esteja disposto a valorizar muito, achei-a preguiçosa e anacrónica, se comparada à excentricidade reinante em volta deste modesto e apagado taxista. Também não gostei particularmente do trabalho de Chris Tucker, ainda que reconheça que o actor fez tudo o que a personagem dele lhe pedia que fizesse! A personagem dele é irritante, de facto, mas supõe-se que assim seja, e que ele seja o elemento que mais irrita o público, assim como faz com o protagonista. Portanto, parabéns, Sr. Tucker, o problema está em nós, não em si! Milla Jovovich foi aclamada pelo seu trabalho neste filme, e não há dúvidas de que ela está perfeita no papel. No entanto, tenho de levar em conta que não é um papel que exija demasiado dela… aliás, ela não é sequer uma actriz de carreira, com treino de actriz, mas uma modelo internacional que resolveu aceitar um biscate no cinema. Ela é bonita, ainda que não seja o tipo de mulher que acho atraente (isso, para este efeito, é irrelevante), mas tirando alguma expressão física e corporal, e algum bom trabalho facial das emoções, ela não nos dá muito mais, nem tem como dar. Guardei o melhor para o fim… Ian Holm foi eficaz e digno no papel do sacerdote sem, todavia, parecer tão sério a ponto de ser estranho nas cenas mais cómicas da personagem dele. É um equilíbrio difícil de se conseguir, pelo que o actor merece uma nota muito positiva aqui. Por fim, Gary Oldman. Ainda jovem, o actor oferece-nos a melhor interpretação dramática do filme. Intenso e histriónico dentro das medidas certas, ele personifica muito bem o lado mais sombrio, egoísta e maníaco da Humanidade, numa obsessão que parece fruto da sua vaidade e narcisismo, em vez de um comportamento racional movido por motivos concretos. Ao contrário dos alienígenas, e até do próprio Mal, ele é a ameaça mais latente e credível do filme, para mim.
TMDB
J
JackSparrowDepp
Uma Decepção. Realmente poucas vezes você se empolga com um filme e ele te decepciona profundamente, esse é um desses casos a obsessão de Luc em Fazer seu Próprio Star Wars Chega a Ser Triste, as ideias aqui não conversam entre si, parece haver uma tentativa desesperada de criar cenas icônicas com figurinos chamativos mas o que ocorre na realidade é apenas um constrangimento do espectador com o filme. Uma péssima montagem que parece estar perdida em meio a uma história sem pé nem cabeça, um filme que infelizmente não vale o tempo que você gasta assistindo, muito menos o valor de um ingresso ou aluguel.
TMDB
Palavras-chave
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