**Uma perda de tempo e de celulóide.**
Quando encontrei esta minissérie pensei que fosse uma continuação do filme "Firestarter", de 1984, que adaptou uma história original de Stephen King. No entanto, depois de ver, tinha dúvidas sobre a possibilidade de considerá-la uma sequência ou um remake. As minhas dúvidas repousam sobre a comparação natural entre ambos e a percepção de que este filme rompeu qualquer relação com os eventos do seu predecessor.
No entanto foi, sem dúvida, pensado para funcionar como uma sequela. Toda a estrutura do roteiro falhou porque foi baseada em areia movediça e isso acaba arruinando o filme. Malcolm McDowell é o nome mais famoso envolvido na produção, tendo feito um desempenho razoável, de acordo com o que foi pedido e o lixo que recebeu para trabalhar. Os actores restantes fizeram o que puderam, mas não conseguiram salvar o produto final de ser desastroso. Ainda mais desastrosa é a protagonista, que dominou relativamente bem o seu poder no primeiro filme, mas que agora está reduzida a uma adolescente que incendeia coisas durante o sexo. É algum trocadilho com a expressão "ter fogo debaixo das saias"? Muito engraçado...