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ACERVO · Filme · 2006

X-Men: O Confronto Final

X-Men: The Last Stand

No último capítulo da trilogia “X-Men”, uma “cura” para as mutações ameaça mudar o rumo da história. Pela primeira vez, os mutantes têm a oportunidade de escolher: manter a sua unicidade, através do isolamento e alienação, ou desistirem dos seus poderes, tornando-se humanos. Os pontos de vista antagónicos dos líderes, Charles Xavier, que recomenda tolerância, e Magneto, que acredita na sobrevivência dos mais bem-dotados, levam a um último combate, uma guerra final para acabar com todas as guerras. Mantendo o formato de uma épica história de acção, “X-Men: O Confronto Final” aborda questões com forte componente contemporânea: Será a conformidade um antídoto para o preconceito? É cobardia desistir da individualidade para enfrentar e evitar perseguições? Os fins justificam os meios? Um grande poder é uma bênção ou uma maldição? Uma nova e fantástica aventura daqueles que têm extraordinários poderes! A saga dos que lutam para proteger um mundo que tem medo deles!

Fonte: TMDB
* 6.4 (10,453)AçãoAventuraFicção científicaEstados Unidos
Trilha sonora
YouTubeGoogle
Diretores
Brett Ratner
Paises
Estados Unidos
Estudios
The Donners' Company · 20th Century Fox · Marvel Entertainment
Duração
105 min
Classificação etária
12 anos
Lancamento
24/05/2006
Pontuacao
6.4 / 10 (10,453)
Onde assistir
Streaming
Disney PlusDisney Plus
Elenco
Hugh Jackman
Hugh Jackman
Logan / Wolverine
Halle Berry
Halle Berry
Ororo Munroe / Storm
Ian McKellen
Ian McKellen
Erik Lehnsherr / Magneto
Patrick Stewart
Patrick Stewart
Professor Charles Xavier
Famke Janssen
Famke Janssen
Jean Grey / Phoenix
Anna Paquin
Anna Paquin
Marie / Rogue
Kelsey Grammer
Kelsey Grammer
Dr. Henry 'Hank' McCoy / Beast
James Marsden
James Marsden
Scott Summers / Cyclops
Rebecca Romijn
Rebecca Romijn
Raven Darkholme / Mystique
Shawn Ashmore
Shawn Ashmore
Bobby Drake / Iceman
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Resenhas de usuarios
Filipe Manuel Neto
★ 6.0 / 10
**Podia ter sido melhor.** Não estou muito acostumado a filmes que tenham por tema personagens do universo da banda desenhada, mas a qualidade e o impacto que alguns têm tido torna-os visita obrigatória. Assim, e mesmo sem conhecer muito acerca das personagens ou das suas histórias ficcionais, decidi ver os filmes da franquia X-Men. Essa decisão foi seguida de alguma leitura acerca das personagens e dos filmes. Procurei seguir mais ou menos a sequência cronológica dos acontecimentos começando pelas prequelas e continuando, a fim de melhor compreender o que estava a ver. Assim, este filme, que foi o terceiro da franquia, foi o quinto filme que vi. Neste filme, assistimos à tentativa governamental norte-americana para administrar uma cura aos mutantes. Além de o assunto ser claramente fracturante entre a comunidade mutante (se uns aceitam bem a ideia de se tornarem pessoas normais, outros consideram isso insultuoso), é bastante evidente que o Governo tem interesse em administrar massivamente a cura e tirar de cima dos ombros uma eventual ameaça mutante. Como habitual, Charles Xavier defende a abordagem diplomática ao problema, enquanto Magneto vê tudo como mais uma agressão dos “homo sapiens” contra os mutantes, a que urge dar resposta cabal. A ele vai aliar-se Jean Gray, por sua livre vontade, após ganhar nova vida através do seu lado negro: Phoenix. Este é o terceiro filme da franquia e dá continuação lógica à história começada anteriormente. Porém, senti que é um filme muito menos coerente e uniforme do que os dois predecessores, na medida em que o roteiro, a história contada, tem bastantes pontos bons e alguns pontos francamente maus e que sinceramente não consigo perdoar. Gostei da forma densa e sombria com que tudo se desenvolve e como o clímax é gradualmente construído. É um filme que se sente mais épico, como alguém que quer realmente ser levado a sério: não se notam tantas notas cómicas e tiradas de humor nos diálogos e o único romance que interessa é a paixão de Wolverine por Jean, dado que acaba pessimamente. Mas pelo lado negativo o ritmo é muito mais apressado que nos filmes anteriores, com algumas sequências que senti serem em passo de corrida. Há muitas personagens novas mas a maioria não tem interesse para a história e só foi adicionada para aparecer uma ou duas vezes. E há várias situações que fazem levantar um sobrolho de incredulidade no espectador mais receptivo: para mim o ponto mais inverosímil foi a “ressurreição” de Jean Gray e a forma como ela passa a ser uma vilã temível. Isso foi algo que eu simplesmente não engoli. O elenco é massivamente herdado dos filmes anteriores e é composto por grandes actores. A maioria, portanto, já está familiarizada com as personagens. No entanto, nota-se uma queda grande na qualidade do trabalho global do elenco. Isso só pode ser consequência de um mau trabalho dos roteiristas, Simon Kinberg e Zak Penn. Patrick Stewart, Hugh Jackman, Famke Janssen, Rebecca Romijn e Sir Ian McKellen desembaraçaram-se bem com o que lhes foi dado e o trabalho de cada um deles foi importante para a qualidade do filme. Kelsey Grammar foi excelente como Beast e Ellen Page brilhou no papel de Kitty; Shawn Ashmore e Aaron Stanford são excelentes juntos mas medianos quando separados; Anna Paquin fez o que podia mas está pouco à vontade nas cenas de luta; Halle Berry é muito insossa e desinteressante; Vinnie Jones é um brutamontes idiota; Ben Foster e Daniel Cudmore não têm tempo para fazer nada. Além destes méritos, o filme tem excelentes valores de produção que importa salientar. É um filme da Marvel e há imensos milhões de dólares envolvidos, o que é bastante evidente desde o início. Visualmente é um espectáculo por si só, com grandiosos efeitos visuais e o melhor CGI que o dinheiro podia comprar. As cenas e sequências de acção são grandiosas mas, quando se exagera nos efeitos, as coisas têm tendência a tornar-se inacreditáveis, como se estivéssemos a ver um jogo de vídeo. Isso é bastante claro na sequência final, em Alcatraz. Tal como sucedeu no primeiro filme, o filme mantém excelentes cenários e figurinos. A cinematografia é boa e usa bem a cor e a sombra para tornar o filme mais sombrio. O trabalho de edição foi decente, mas desigual e o ritmo do filme é por vezes bastante rápido. Creio que é justo saudar também o departamento de maquilhagem e a banda sonora de John Powell, bastante bem conseguida.
TMDB
Palavras-chave
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