Em uma tragédia sombria, onde tudo gira em torno do interior e exterior do homem, não é pronunciada uma única palavra. Um menino recebe uma fatia de salsicha da doce esposa do açougueiro loiro, que, em sua inocência exploratória, a desonra na frente dos clientes insensíveis. O desfecho, à la Roald Dahl, é extremamente delicioso. "Que ela viva em nós para sempre."
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