
Philippe Jordan, jovem maestro suíço, fez sua estreia na Ópera de Viena. O tenor argentino Marcelo Álvarez interpretou o papel-título. A jovem mezzo-soprano letã Elīna Garanča deu vida à Charlotte, após receber elogios por suas performances e ser considerada a nova sensação do meio. A produção, dirigida pelo renomado diretor romeno Andrei Serban, apresentou uma história de amor aparentemente sentimental, mas que explora as relações pessoais e a observação de uma mulher que amadurece tarde demais. Para livrar a ópera da reputação injusta de banalidade, Serban a ambientou na atmosfera rígida e sufocante de uma pequena cidade dos anos 50, buscando aproximar o público de suas camadas mais profundas de negação.
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