
Uma tragédia humana em meio a um escândalo jurídico e médico que, em 2007, levou a uma ação contra o Estado argentino perante a Comissão de Direitos Humanos da ONU, culminando em uma condenação em 2011. Laura, uma jovem de 16 anos com deficiência física e mental, foi estuprada pelo tio em 2006. Apesar da autorização legal para um aborto, obtida oficialmente a pedido de sua mãe, Vicenta, advogados e médicos impediram o procedimento.
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