
Branko é motorista há poucos meses, uma escolha compreensível, já que agora ganha três vezes mais do que como professor. Porém, tudo tem um preço, nem sempre mensurável em dinheiro. Desde crianças, nos ensinaram: "o trabalho nobreza ao homem". Mas aqui parece o contrário: é Branko, com sua eficiência, sua obstinação, sua boa vontade, que nobreza um trabalho que fica cada vez mais alienante, absurdo e escravizador.
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