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ACERVO · Filme · 2013

Thor: O Mundo Sombrio

Thor: The Dark World

Thor precisa contar com a ajuda de seus companheiros e até de seu traiçoeiro irmão Loki em um plano audacioso para salvar o universo. Entretanto, os caminhos de Thor se cruzam com Jane Foster e, dessa vez, a vida dela está realmente em perigo.

Fonte: TMDB
* 6.5 (18,351)AçãoAventuraFantasiaEstados Unidos
Diretores
Alan Taylor
Paises
Estados Unidos
Estudios
Marvel Studios
Duração
112 min
Classificação etária
10 anos
Lancamento
30/10/2013
Pontuacao
6.5 / 10 (18,351)
Onde assistir
Streaming
Disney PlusDisney Plus
Elenco
Chris Hemsworth
Chris Hemsworth
Thor
Natalie Portman
Natalie Portman
Jane Foster
Tom Hiddleston
Tom Hiddleston
Loki
Christopher Eccleston
Christopher Eccleston
Malekith
Anthony Hopkins
Anthony Hopkins
Odin
Jaimie Alexander
Jaimie Alexander
Sif
Zachary Levi
Zachary Levi
Fandral
Ray Stevenson
Ray Stevenson
Volstagg
浅野忠信
浅野忠信
Hogun
Idris Elba
Idris Elba
Heimdall
Comentários

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…
Resenhas de usuarios
Filipe Manuel Neto
★ 7.0 / 10
**Com mais dinheiro envolvido, o filme vai um pouco além do nível do seu antecessor, mas não traz verdadeiras surpresas.** Este filme é a continuação de “Thor” e mais um bom filme para ver com um pacote grande de pipocas ao lado. Não é um filme feito para ser profundo, nem para fazer pensar o seu público. É puro entretenimento, acção, efeitos visuais e CGI de grande impacto e notável qualidade técnica. Dirigido por Alan Taylor, que substituiu Kenneth Branagh, o filme apresenta-se algo mais denso e maduro que o seu predecessor directo. Também me parece que a Marvel investiu mais dinheiro neste projecto, convicta de que era mais uma franquia multimilionária para fazer render uns milhões de dólares. A equipa de efeitos visuais e de CGI é provavelmente a que mais dinheiro requisitou, mas o dispêndio compensou: o filme é verdadeiramente digno da tela grande e ganha uma dimensão épica se o virmos no cinema, com todos os requintes que uma boa sala com tecnologia de ponta nos pode dar. Até mesmo a “home theater” mais cara do mercado é incapaz de nos dar a verdadeira dimensão do espectáculo visual e auditivo que o filme nos quer proporcionar. A banda sonora, da responsabilidade de Brian Taylor, contribui pelo seu lado conferindo um tom verdadeiramente aventureiro e épico às cenas de acção, sem deixar o coração de lado nos momentos mais intimistas e românticos. Os cenários feitos em estúdio, com recurso óbvio a muitas telas verdes, são bons, assim como os figurinos, em especial o de Thor, Loki e os seus companheiros. O desempenho do elenco também não deixa a desejar. As fãs de Chris Hemsworth, que adquiriu estatuto de sex symbol com estes filmes, podem deliciar-se com os esforços do actor e invejar Natalie Portman, que volta a dar vida ao seu par romântico. Para mim, em particular, Hemsworth manteve o nível que trazia do filme anterior, mas não foi realmente capaz de ser profundo e emotivo nas cenas que requeriam maior dose de sentimento. Por sua vez, Portman não tem verdadeiramente muito o que fazer além de ser desejável e de acompanhar o seu amado por onde ele vai, ajudando-o ocasionalmente. O sempre fiável e seguro Sir Anthony Hopkins tem um papel mais sólido neste filme, com material muito melhor e mais bem escrito, e corresponde adequadamente com um esforço mais sólido. Tom Hiddleston também tem tempo para parecer mais do que apenas um ser detestável, e aproveita a oportunidade ao máximo. Infelizmente, Chris Eccleston está limitado a ser uma marioneta que anda e fala e Stellan Skarsgård parece ter perdido o amor-próprio ao aceitar um material tão infame quanto o que lhe foi oferecido aqui. De facto, onde eu mais senti problemas foi na escrita e desenvolvimento do argumento escrito, responsabilidade de Ashley E. Miller e seus companheiros. A história de base é boa e adequa-se muito bem ao ambiente e universo das personagens, mas o diabo está nos detalhes! Há realmente problemas de lógica difíceis de resolver. Por exemplo: ao longo dos dois filmes, Asgard foi retractada como uma espécie de potência militar que é capaz de se defender de qualquer ataque e, também, ajudar outros universos e manter um clima de paz e concórdia entre todos, mas neste filme vemos a fragilidade das suas defesas e a maneira quase pueril como um ataque de surpresa conseguiu ser devastador. A questão dos buracos de verme entre mundos provocados pelo alinhamento também é bizarra e faz levantar questões se pensarmos demasiado, coisa que o filme definitivamente não quer que façamos. Há também a questão de Loki: ele mostrou-se desprezível e traiçoeiro até à medula, e mesmo assim Thor perdoa-o quase instantaneamente e coloca a sorte da missão que vai fazer nas mãos do irmão… isto é ingenuidade infantil ou vontade de ser traído!
TMDB
J
JackSparrowDepp
Marcou Época. Um Filme Que Torna o Personagem mais real e apresenta um perigo mais imediato que seu antecessor, um romance que funciona e com uma história envolvente, ótima direção, as cenas de ação são realmente incríveis, efeitos visuais incríveis para a época e uma fotografia espetacular, um filme que para todo fã dos vingadores com certeza é uma ótima pedida.
TMDB
Palavras-chave
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