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ACERVO · Filme · 2011

Thor

Como filho de Odin, rei dos deuses nórdicos, Thor logo herdará o trono de Asgard de seu idoso pai. Porém, no dia de sua coroação, Thor reage com brutalidade quando os inimigos dos deuses entram no palácio violando o tratado. Como punição, Odin manda Thor para a Terra. Enquanto seu irmão Loki conspira em Asgard, Thor, agora sem seus poderes, enfrenta sua maior ameaça.

Fonte: TMDB
* 6.8 (22,369)AçãoAventuraFantasiaEstados Unidos
Diretores
Kenneth Branagh
Paises
Estados Unidos
Estudios
Marvel Studios · Marvel Entertainment
Duração
115 min
Classificação etária
10 anos
Lancamento
21/04/2011
Pontuacao
6.8 / 10 (22,369)
Onde assistir
Streaming
Disney PlusDisney Plus
Elenco
Chris Hemsworth
Chris Hemsworth
Thor
Natalie Portman
Natalie Portman
Jane Foster
Tom Hiddleston
Tom Hiddleston
Loki
Anthony Hopkins
Anthony Hopkins
Odin
Stellan Skarsgård
Stellan Skarsgård
Erik Selvig
Kat Dennings
Kat Dennings
Darcy Lewis
Clark Gregg
Clark Gregg
Agent Coulson
Colm Feore
Colm Feore
King Laufey
Idris Elba
Idris Elba
Heimdall
Ray Stevenson
Ray Stevenson
Volstagg
Comentários

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…
Resenhas de usuarios
Filipe Manuel Neto
★ 7.0 / 10
**Um espectáculo visual onde a trama e o desenvolvimento das personagens também têm o seu destaque.** Em geral, eu tenho algumas reservas quanto a filmes com origem em banda desenhada. Já vi vários em que a narrativa fica muito aquém do esperado, e o filme acaba por ser um monte de efeitos e CGI. Este filme continua a ser um espectáculo visual impressionante, mas a narrativa é muito mais equilibrada e bem articulada do que eu esperava. Não sendo eu um perito em mitologia nórdica, nem tampouco nas bandas desenhadas que a Marvel dedicou às personagens e que serviram de base ao filme, aceito a trama como é. Ela tem valor pela forma como foi estruturada e como se apresenta. As personagens são bem desenvolvidas e têm uma psicologia interessante, muito particularmente Loki, que é um indivíduo inteligente, calculista, mas também iracundo. Considerando o final, acredito que a realização de sequelas e continuações já estava pré-planeada, tal como a Marvel já tem feito. Os diálogos, por vezes, soam de modo estranho, mas acho que houve a tentativa de os arcaizar no primeiro momento do filme, integralmente passado no mundo de Thor. Fiquei muito admirado por ver Kenneth Branagh ocupar a cadeira do director, e afirmar que o fez por ser um fã de longa data do material original da Marvel. Por um lado, creio que o director também procurou, desta maneira, dar-nos mais uma prova de versatilidade e de superação, mas, por outro lado, não tenho dúvidas que a melhor opção da produção foi chamar alguém que já conhecia o material e que saberia como o deveria respeitar. E voltei a ficar surpreendido ao ver Sir Anthony Hopkins entre o elenco! Eu dificilmente ia conceber que este actor iria aceitar um trabalho destes, com tanto visual e tão pouco para interpretar seriamente. Claro, o actor fez um trabalho sem qualquer dificuldade. Quanto a Chris Hemsworth e Tom Hiddleston, eles provavelmente fizeram aqui os trabalhos de maior peso nas suas respectivas carreiras artísticas para as próximas duas décadas. Ambos são excelentes, e equilibram bem o carisma e a capacidade para interpretar, oferecendo-nos duas lideranças igualmente sólidas. Idris Elba é adequadamente imponente, mas não tem muito mais para fazer; Colm Feore fez um trabalho superficial e de menor interesse; Stellan Skarsgård tem pouco para dar devido à sua personagem rasa e incaracterística; Por fim, Natalie Portman limita-se a ser o interesse amoroso do momento. Aqui, tudo nos padrões que a Marvel nos habituou. Acho que não vale realmente a pena destacar a extraordinária qualidade do CGI e de todo o trabalho visual: dos cenários aos figurinos, passando pelos adereços, maquilhagem, luz e trabalho de edição, a produção fez uma aposta muito pesada na criação de visuais muito elaborados e que apelam à nossa imaginação. Eles queriam mesmo que o filme desse azo a mais uma franquia dentro do universo Marvel. O som e a banda sonora mereceram igual tratamento, com a composição de uma extraordinária banda sonora original, que tem um cunho épico bastante vincado. Infelizmente, tal como aconteceu noutros filmes que a Marvel nos apresentou, há muita inserção de publicidade a patrocinadores diversos, o que se torna cansativo a partir de certos limites, mas isso acaba sendo um mal menor se nós considerarmos que agora não existe um único “blockbuster” que não faça o mesmo.
TMDB
Palavras-chave
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