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ACERVO · Filme · 2002

A Máquina do Tempo

The Time Machine

Alexander Hartlegen é um cientista que acredita piamente que seja possível viajar no tempo. Após a sua namorada Emma ser assassinada, ele decide então passar da teoria à prática e consegue construir uma máquina do tempo. Só que, ao testá-la, Alexander viaja mais de 800 mil anos rumo ao futuro, onde encontra o planeta Terra sendo dominado por duas raças distintas: os Morlock e os Eloi.

Fonte: TMDB
* 6.3 (2,567)AçãoAventuraFicção científicaEstados Unidos
Trilha sonora
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Diretores
Simon Wells
Paises
Estados Unidos
Estudios
DreamWorks Pictures · Warner Bros. Pictures · Parkes+MacDonald Production
Duração
96 min
Classificação etária
12 anos
Lancamento
04/03/2002
Pontuacao
6.3 / 10 (2,567)
Onde assistir
Aluguel
Amazon VideoAmazon Video
Compra
Amazon VideoAmazon Video
Elenco
Guy Pearce
Guy Pearce
Alexander Hartdegen
Samantha Mumba
Samantha Mumba
Mara
Jeremy Irons
Jeremy Irons
Über-Morlock
Omero Mumba
Omero Mumba
Kalen
Sienna Guillory
Sienna Guillory
Emma
Orlando Jones
Orlando Jones
Vox
Mark Addy
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Laura Kirk
Laura Kirk
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Resenhas de usuarios
Filipe Manuel Neto
★ 5.0 / 10
**Entretém, garante uma diversão sólida para apreciadores de sci-fi, mas é fraco.** Em primeiro lugar, devo fazer uma declaração solene: eu gosto bastante da obra de H. G. Wells, mas nunca li o livro que deu origem a este filme. Acontece! Até gostava de o ler. Também nunca vi o filme de 1960, com o mesmo nome, em cima do qual este filme foi feito, como um remake, então não os posso comparar directamente, pelo que vou ficar-me pela análise deste material, sem dizer se o remake foi pertinente ou era escusado. O que posso dizer sobre este filme, logo à partida, é que é um espectáculo de efeitos e faz uso de técnicas bastante modernas de CGI e efeitos visuais. Há alguns críticos que dizem que o filme é mais um caso em que o director – neste caso Simon Wells – privilegiou de modo claro o estilo em detrimento de qualquer substância, e eu até consigo compreender o argumento, mas a minha opinião é diferente: penso que um filme que procure adaptar material de H. G. Wells dificilmente será um filme sem substância, conquanto saiba dar bom aproveitamento ao material de base. Aqui residem as minhas dúvidas, e assim será até ter a oportunidade de ler o livro. Quanto ao filme de 1960… acredito que terá tido um forte ascendente sobre este trabalho, principalmente porque parece ter actualizado muitas das suas cenas mais marcantes. Podemos considerar isso como substância ou estilo? Fica a questão, útil para uma conversa animada entre apreciadores de cinema. Não tenho grandes dúvidas de que o director Wells (curiosa coincidência onomástica com o escritor Wells) privilegiou muito os aspectos técnicos do seu filme, desde os efeitos até à concepção dos cenários e da banda sonora, muito bem composta e atmosférica. Mas e o resto? Aqui, eu tenho tendência a ter mais dúvidas. O argumento escrito oscila entre a acção, a aventura e o romance, procura misturar os três de maneira harmoniosa, mas senti que a mistura correu mal, e enfraquece a trama ao invés de a fortalecer. Isso acontece de modo mais claro no terço final, quando a trama romântica se torna mais evidente e muito cliché para o meu gosto. As cenas de acção também não funcionam sempre, mas são, pelo menos, boas o suficiente para não parecerem mal. O ritmo é acelerado demais e quase não dá tempo ao público para digerir o que vai vendo: teria sido preferível termos um filme ligeiramente mais longo, ainda que mais lento, ou mantermos o tempo de execução fazendo cortes sérios no material. A decisão seria do director. Agora vamos ao elenco, e o director Wells teve sérios problemas aqui. Os actores não são maus, mas acredito que a má concepção do projecto afastou muitos actores experientes e sólidos a quem o argumento escrito deve ter sido enviado. Com efeito, as personagens são estranhas, mal escritas, mal desenvolvidas e rasas, e isso não é aliciante para um actor! Guy Pearce é a excepção: é o actor mais notável em presença e dá-nos um esforço sólido de interpretação, em que parece muitas vezes lutar com o material e a personagem para ir até onde precisa de ir. Jeremy Irons é um veterano que dispensa apresentações, mas está no filme por tão pouco tempo que não pode fazer milagres. Ainda assim, não tenho dúvida de que teve grande influência na escrita (ou reescrita) dos diálogos que lhe foram dados (a qualidade é totalmente diferente, pelo que não podem ser da mesma mão que fez tudo o resto!), e isso resultou numa das cenas mais marcantes e no melhor diálogo do filme! O resto… é o resto! Orlando Jones é engraçado, mas não faz muito pelo filme, e Samantha Mumba é apenas uma cara bonita, com atitudes muito “século XXI” para um futuro muito distante de nós.
TMDB
Palavras-chave
futurenew york citybased on novel or booktime traveltime machineremakesteampunknear future
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