Em um pequeno quarto, uma mulher adolescente experimenta sinestesia. Ao fitar copos pela metade sobre a mesa, sons substituem seu olhar. Tons harmônicos emanam e a induzem a um estado de transe. Sua meditação musical é interrompida quando uma figura sinistra aparece com a intenção de ingerir a música. Após consumir a beleza, o personagem sombrio se vai. Sozinha, a mulher adolescente recorre à taumaturgia para atrair sua música de volta à vida.
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