
Em meio à fluidez do tempo, do toque, do realismo e da reverie, alguns podem chamar isso de realismo mágico. Ambientado no conhecimento e estilo de vida indígena, essa história permite que duas pessoas se curem, através do toque, da calma, do amor e da paciência, em um espaço fantástico que deixa o público sonhador, mas também perigoso e violento. Há amor.
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