
Richard Turner dirigiu Squeeze para romper o "conspiração do silêncio" em torno da homossexualidade. Este pioneiro retrato inicial da cena LGBT de Auckland gira em torno do relacionamento entre um jovem homem (Paul Eady) e o confiante executivo (Robert Shannon) que o seduz, para depois revelar que tem uma noiva. O filme foi discutido no Parlamento após Patricia Bartlett ter lutado contra a possibilidade de receber financiamento da NZ Film Commission (o que não aconteceu). Kevin Thomas, do The LA Times, elogiou a integridade de Squeeze e a "compassão inabalável" com que vê seu herói.
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