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ACERVO · Filme · 1945

Encantado

Spellbound

Quando o Dr. Anthony Edwardes chega a um hospital psiquiátrico em Vermont para substituir o diretor que está saindo, a psicóloga Dr. Constance Peterson descobre que Edwardes é na verdade um impostor. O homem confessa que o verdadeiro Dr. Edwardes está morto e teme que possa ter matado ele, mas não consegue se lembrar de nada. No entanto, Dr. Peterson acredita que seu impostor é inocente do assassinato do homem e se junta a ele em uma busca para desvendar sua amnésia através da psicanálise.

Fonte: TMDB
* 7.4 (981)MistérioRomanceSuspenseEstados Unidos
Trilha sonora
YouTubeGoogle
Diretores
Alfred Hitchcock
Paises
Estados Unidos
Estudios
Selznick International Pictures · Vanguard Films
Duração
111 min
Classificação etária
NR
Lancamento
08/11/1945
Pontuacao
7.4 / 10 (981)
Onde assistir
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Elenco
Ingrid Bergman
Ingrid Bergman
Dr. Constance Petersen
Gregory Peck
Gregory Peck
John Ballantine
Leo G. Carroll
Leo G. Carroll
Dr. Murchison
Mikhail Chekhov
Mikhail Chekhov
Dr. Alexander Brulov
John Emery
John Emery
Dr. Fleurot
Steven Geray
Steven Geray
Dr. Graff
Paul Harvey
Paul Harvey
Dr. Hanish
Erskine Sanford
Erskine Sanford
Dr. Galt (uncredited)
Norman Lloyd
Norman Lloyd
Mr. Garmes
Donald Curtis
Donald Curtis
Harry
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Resenhas de usuarios
Filipe Manuel Neto
★ 2.0 / 10
**Inacreditável.** Neste filme, uma psiquiatra de uma casa de saúde descobre que o novo director que acaba de chegar, e acerca do qual ela sente uma imediata atracção romântica, sofre de perturbações psiquiátricas e não é quem diz ser, podendo mesmo estar envolvido num crime. Só nesta descrição, o filme já tem problemas de credibilidade. Se nós tivermos em conta as preocupações de profissionalismo de profissões como a psiquiatria ou a psicoterapia, acho que é mesmo uma impossibilidade acontecer algo parecido com o que acontece neste filme. Não é por acaso que um psiquiatra recusa tratar um paciente sempre que há algum tipo de envolvimento ou de ligação. É algo que faz parte do código ético e deontológico deles. As atitudes e o comportamento da Dra. Constance, uma das personagens principais, numa situação real, são mais do que suficientes para suspender a autorização dela para praticar, no mínimo. Até me parece estranho que Hitchcock não tenha visto isso, mas esse não é o único problema. Todo o filme assenta em concepções erróneas acerca da interpretação psicanalítica de sonhos, bem como outras ideias profundamente erradas acerca da psicologia e psiquiatria. Fingir que isto não faz parte do filme nem prejudica a credibilidade da história contada apenas porque é Alfred Hitchcock que assina a realização parece-me uma atitude hipócrita. As coisas não ficam melhores quando observamos a performance do elenco. Não está em causa o talento dos actores, mas eles não foram capazes de fazer um trabalho positivo porque o roteiro não era bom. Ingrid Bergman deu vida a uma terapeuta que confunde psicologia, psiquiatria e psicanálise, faz tudo o que não devia fazer e ainda se arrisca a ir presa por um homem que não conhece verdadeiramente; Gregory Peck é simplesmente inacreditável e estranho. Já nem quero falar nos "transes" quase hipnóticos que ele parece ter quando a personagem dele está a lembrar-se de alguma coisa. Michael Chekhov sai-se relativamente bem, mas tem pouco para fazer e a personagem dele é francamente secundária, e o mesmo se pode dizer de Leo G. Carroll, que é bom o suficiente mas não pode salvar o filme. Alfred Hitchcock foi um dos maiores mestres do cinema. Isso é algo que me parece claro. Todavia, muitos dos seus filmes não foram, verdadeiramente, tão bons ou extraordinários. De facto, este filme tem pouco de extraordinário. O suspense está lá, não é o pior filme que ele já fez, mas falta muito para chegar ao nível de um "A Mulher Que Viveu Duas Vezes" ou um "Psico".
TMDB
Palavras-chave
amnesiablack and whitepsychiatristdream sequencefreudian
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