
Aos 73 anos, o escritor e mestre do gracejo melancólico Quentin Crisp (1908-1999) se tornou um inglês em Nova York. A câmera de Nossiter acompanha Crisp pelas ruas de Manhattan, onde ele parece muito à vontade, usando sombra nos olhos, aparecendo em um palco improvisado, fazendo e repetindo observações irônicas, conversando com John Hurt (que interpretou Crisp no filme para a TV "The Naked Civil Servant") e jantando com amigos. Outros que conhecem Crisp comentam sobre ele, sobre sua vida como homem gay assumido com maneiras efeminadas e sobre seu lugar na história da luta social dos gays. O retrato que emerge é de um homem de espírito e de sofrimento.
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