Simplesmente, incrível! Faltou narrativa? Aparentemente, faltou. Quer dizer, é possível vê-la no começo e sendo resgatada no final. É imperdoável para a construção de um universo, mesmo torcendo que ela esteja presente na versão do diretor. Mas, não é ruim o que se é apresentado, ou uma obra que mereça ser negativada. Ao finalizar Rebel Moon, é basicamente unânime a vontade e curiosidade de assistir a versão do diretor e a parte 2.
Ademais, quanto à trilha sonora, fotografia, CGI, direção, atuação, maquiagem... não há elementos que justifiquem uma nota baixa. Só o hate gratuito, mesmo.
É claro que se trata de um filme, cujos fãs apreciarão mais do que o público em geral, e isso pode ser controverso, uma vez que Zack Snyder mistura elementos e assinaturas próprias às homenagens de seus clássicos favoritos, mas o filme entrega boas cenas de ação, vingança e diversão familiar.
Assistir Rebel Moon e buscar defeitos para atacar Zack Snyder, não diminui a grandeza do novo universo construído, tampouco sua capacidade criativa.
Snyder nos brindou com sua liberdade de criação, sem medo de desagradar aqueles que vivem de migalhas para atacá-lo por prazer.
Por fim, Rebel Moon - Parte 1: A Menina do Fogo é um filme apreciável para fãs e não-fãs despidos de pré-conceitos. Ao que se sabe, a versão do diretor dará mais ênfase ao desenvolvimento dos personagens, enquanto a Parte 2 de Rebel Moon trará as respostas que ficaram em aberto na Parte 1. Para quem gosta, assim como eu, de uma história que deixa ansiedade para novas descobertas, é um prato cheio.