
Em 1810, um poema com enfoque mais etnográfico do que dramático deu origem a uma parábola sombria de Britten sobre o conflito entre a massa e o indivíduo. O ambiente marítimo, a rudeza da vida e das paixões das pessoas, e a personalidade complexa e impenetrável do protagonista se unem em uma tragédia que fermenta e explode no meio do silêncio e dos boatos. Nova produção do Teatro Real, em coprodução com a Royal Opera House de Londres, a Ópera Nacional de Paris e o Teatro dell'Opera de Roma.
Faça login para comentar e discutir sobre esta obra.