
Um simplório de uma vila, mentalmente deficiente, sempre pronto para ajudar quem precisa, consertando coisas em casa ou fazendo outros trabalhos manuais. Em suas engraçadas interações com as pessoas - algumas amigáveis, outras abertamente hostis - Oto frequentemente se encontra em situações que destacam o fato de que ele é diferente, ao mesmo tempo em que pacientemente guarda a pouca grana que recebe de seus "clientes".
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