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The Fighter - Último Round
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ACERVO · Filme · 2010

The Fighter - Último Round

The Fighter

Dicky Ecklund é uma lenda do boxe que desperdiçou o seu talento e a sua grande oportunidade para brilhar. Agora, o meio-irmão dele, Micky Ward, vai tentar tornar-se na nova esperança da família e ir até onde Dicky nunca chegou. Mas primeiro, ele vai ter de libertar-se do peso da sua própria mãe, cuja presença histriónica e sufocante o impede de conseguir melhores combates.

Fonte: TMDB
* 7.4 (4,746)DramaEstados Unidos
Trilha sonora
YouTubeGoogle
Diretores
David O. Russell
Paises
Estados Unidos
Estudios
The Weinstein Company · Relativity Media · Mandeville Films · Closest to the Hole Productions · Protozoa Pictures
Duração
115 min
Classificação etária
14 anos
Lancamento
10/12/2010
Pontuacao
7.4 / 10 (4,746)

Premiações e indicações

  • Melhor Filme
  • Melhor Roteiro Original
  • Melhor Flilme - Drama
  • Melhor Performance de um Elenco em um Filme
Onde assistir
Streaming
ArtiflixArtiflix
Aluguel
Amazon VideoAmazon Video
Compra
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Elenco
Mark Wahlberg
Mark Wahlberg
Micky Ward
Christian Bale
Christian Bale
Dicky Eklund
Amy Adams
Amy Adams
Charlene Fleming
Melissa Leo
Melissa Leo
Alice Ward
Mickey O'Keefe
Mickey O'Keefe
Mickey O'Keefe
Jack McGee
Jack McGee
George Ward
Melissa McMeekin
Melissa McMeekin
"Little Alice" Eklund
Bianca Hunter
Bianca Hunter
Cathy "Pork" Eklund
Erica McDermott
Erica McDermott
Cindy "Tar" Eklund
Jill Quigg
Jill Quigg
Donna Eklund Jaynes
Comentários

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Resenhas de usuarios
Filipe Manuel Neto
★ 6.0 / 10
**Um filme interessante, mas onde as personagens secundárias são mais apelativas do que a principal.** Eu não sou um especialista em boxe, portanto nunca ouvi falar de Micky Ward e tive de ir à ‘internet’ ver quem era. Não sei dizer se o filme foi fiel aos factos ou se as coisas foram realmente como são mostradas. Vou ignorar esses pontos e falar do filme, e da história que conta, somente. O filme fala de dois irmãos ligados ao boxe: um deles, Dicky, foi no passado um bom lutador, mas as drogas levaram a melhor sobre ele e impediram-no de ir mais além. Não obstante, ele ainda é o orgulho da família, especialmente da mãe, que teima em não ver o que ele faz. Micky tem aspirações a ser um bom lutador, mas não consegue porque os familiares não o ajudam. E aquela família, por si mesma, é motivo suficiente para compreendermos os motivos pelos quais o jovem aspirante a campeão se sente tão asfixiado. O filme é bastante interessante e entretém mais do que eu estava à espera. A forma como ele vai explorando as relações familiares e a loucura daquela família é excelente. Além disso, o filme faz uma análise interessante do funcionamento e da mentalidade de uma cidade pequena e atrasada, onde um individuo se torna num herói por pouco, à falta de outro que lhe faça sombra e que, verdadeiramente, mereça o reconhecimento público por algo grande que tenha feito. O elenco é grandioso e está cheio de nomes sonantes. Mark Wahlberg é bastante bom no papel e empenhou-se, mas o facto é que a personagem é desinteressante e não há muito o que fazer acerca disso. Quem verdadeiramente se destaca e rouba todas as atenções é o duo composto por Christian Bale e Melissa Leo que, em duas personagens secundárias, souberam tornar-se nas estrelas do filme e brilhar, com uma sucessão de loucuras impressionante. Ambos os actores são bons e o empenho total foi recompensado com o Óscar, as duas únicas estatuetas que este filme arrecadou, das várias para as quais estava nomeado naquele ano. Amy Adams também faz parte deste filme, mas ela, tal como Wahlberg, tem um protagonismo reduzido: ela limita-se a ser a namorada gostosa do protagonista e a provocar a família dele tanto quanto possível. Tecnicamente, é um filme discreto. A cinematografia é boa, e faz bom uso das cenas de acção e de luta. Os cenários e figurinos condizem com o exigido pela história, mas não sobressaem. Há vários efeitos visuais e a equipa de maquilhagem foi eficaz na reprodução de cortes e feridas, o que, estou certo, é algo habitual para estes especialistas. O que mais me chamou a atenção foi, efectivamente, a banda sonora, que utiliza várias melodias de Michael Brook e uma canção que ficou conhecida, chamada *How you Like Me Now?*, dos The Heavy.
TMDB
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