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ACERVO · Filme · 1962

O Sol é Para Todos

To Kill a Mockingbird

Scout Finch, de 6 anos, e seu irmão mais velho, Jem, vivem na pacata Maycomb, Alabama, passando a maior parte do tempo com seu amigo Dill e espionando seu vizinho recluso e misterioso, Boo Radley. Quando Atticus, seu pai viúvo e um advogado respeitado, defende um homem negro chamado Tom Robinson contra acusações forjadas de estupro, o julgamento e os eventos seguintes expõem as crianças aos males do racismo e dos estereótipos.

Fonte: TMDB
* 8.0 (2,864)DramaEstados Unidos
Diretores
Robert Mulligan
Paises
Estados Unidos
Estudios
Pakula-Mulligan · Brentwood Productions · Universal Pictures
Duração
130 min
Classificação etária
12 anos
Lancamento
20/12/1962
Pontuacao
8.0 / 10 (2,864)
Onde assistir
Gratis
JustWatch TVJustWatch TV
Aluguel
Apple TV StoreApple TV StoreAmazon VideoAmazon Video
Compra
Apple TV StoreApple TV StoreAmazon VideoAmazon Video
Elenco
Gregory Peck
Gregory Peck
Atticus Finch
Mary Badham
Mary Badham
Scout Finch
Phillip Alford
Phillip Alford
Jem
John Megna
John Megna
Dill Harris
Frank Overton
Frank Overton
Sheriff Heck Tate
Brock Peters
Brock Peters
Tom Robinson
Rosemary Murphy
Rosemary Murphy
Maudie Atkinson
Ruth White
Ruth White
Mrs. Dubose
Estelle Evans
Estelle Evans
Calpurnia
Paul Fix
Paul Fix
Judge Taylor
Comentários

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…
Resenhas de usuarios
Filipe Manuel Neto
★ 10.0 / 10
**Um filme marcante, culturalmente relevante e indiscutivelmente importante.** Não é muito raro verificarmos que a carreira de um actor, por mais prolífico que seja, acaba por ser especialmente recordada graças à sua participação num pequeníssimo conjunto de filmes, ou até mesmo pela sua participação num só filme. Não vejo isso como um demérito, mas como algo incontornável: só um conjunto muito restrito de filmes é que acaba por sobreviver ao teste do tempo e tornar-se culturalmente e historicamente relevante. Gregory Peck foi um actor com grande importância no seu tempo, um dos rostos da honradez e da lisura, posto que fazia quase sempre personagens imbuídas de grande carácter e nobreza de intenções. Como tal, teve lugar num largo leque de filmes… mas sejamos sinceros, é com este filme que o actor atinge o ápice da sua carreira e é, aqui também, que alcança o maior reconhecimento e relevância como actor. O filme traz para a tela o grande romance, levemente autobiográfico, de Harper Lee. Fortemente inspirada na figura do seu pai, e em passagens da sua infância, a autora idealizou uma história em que um advogado honesto e empenhado luta para defender um presidiário negro, convicto da inocência dele perante acusações de violação e agressão de uma menor branca. Claro, tudo se passa no Sul dos EUA, onde o preconceito racial é forte, como todos sabem. Em meio a tudo isto, desenvolve-se também uma sub-trama envolvendo um vizinho recluso, mentalmente débil, o qual desenvolve uma simpatia pela filha do advogado. Principio por dizer que nunca li o livro original, pelo que não sei bem se o filme faz justiça ao seu conteúdo. Porém, ao preparar este texto, depreendi que a escritora assistiu a algumas filmagens a convite da produção e terá participado dos trabalhos com a sua colaboração, o que me deixa com a convicção de que o filme procurou respeitar a obra literária. Dirigido por Robert Mulligan, o filme é um drama bastante convincente, mas que demora um pouco a engrenar e a cativar a nossa atenção, a qual é inicialmente convidada a concentrar-se nas crianças, na forma como se comportam e interagem com o mundo ao seu redor. Será, de resto, pelo olhar de uma delas, que iremos observar os acontecimentos. Como eu disse, é neste filme que Gregory Peck alcança o ponto mais alto da sua carreira, dando-nos uma interpretação inspirada, profunda e emotiva da personagem principal. Ele foi um dos actores mais relevantes do seu tempo e há uma série de outros filmes onde ele brilha e merece um olhar atento da nossa parte, mas é aqui que ele se imortaliza. Sem coincidências, é aqui que o actor recebe o seu Óscar de Melhor Actor, após ter sido nomeado quatro vezes. Apesar de ser muito jovem, também vale a pena destacar a performance de Mary Badham e uma aparição silenciosa de um jovem Robert Duvall. Tecnicamente, o filme é bastante discreto e dá bastante espaço para o público se concentrar na história que está a ser contada. Não há aqui grandes artifícios visuais, não há efeitos dignos de nota, mas temos uma excelente cinematografia a preto-e-branco com notas artísticas pontuais e um bom trabalho de filmagem. A edição foi igualmente muito bem conseguida, e imprimiu ao filme um ritmo bastante agradável. Demora um pouco a realmente tornar-se interessante, mas se dermos ao filme a oportunidade que ele requer, ele irá dar-nos uma história agradável, que vamos acompanhar com agrado até ao fim. A banda sonora também merece um louvor pela sua ingenuidade aparente, bem como os créditos iniciais e a sua concepção, gráfica e visual.
TMDB
Palavras-chave
right and justicerapesibling relationshipbased on novel or bookcourt casecourtisolationbecoming an adultfalsely accusedarbitrary law
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