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ACERVO · Filme · 2007

O Escafandro e a Borboleta

Le Scaphandre et le Papillon

Jean-Dominique Bauby (Mathieu Amalric) tem 43 anos, é editor da revista Elle e um apaixonado pela vida. Mas, subitamente, tem um derrame cerebral. Vinte dias depois, ele acorda. Ainda está lúcido, mas sofre de uma rara paralisia: o único movimento que lhe resta no corpo é o do olho esquerdo. Bauby se recusa a aceitar seu destino. Aprende a se comunicar piscando letras do alfabeto, e forma palavras, frases e até parágrafos. Cria um mundo próprio, contando com aquilo que não se paralisou: sua imaginação e sua memória.

Fonte: TMDB
* 7.6 (1,287)DramaHistóriaFrança · Estados Unidos
Trilha sonora
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Diretores
Julian Schnabel
Paises
França · Estados Unidos
Estudios
Pathé Renn Productions · France 3 Cinéma · The Kennedy/Marshall Company
Duração
111 min
Classificação etária
PG-13(EUA — 13 anos)
Linguagem ImprópriaNudez
Lancamento
23/05/2007
Pontuacao
7.6 / 10 (1,287)

Premiações e indicações

  • Vencedor do Globo de Ouro 2008 de Julian Schnabel
  • Indicado ao Globo de Ouro 2008 de Melhor filme estrangeiro
  • Indicado ao Globo de Ouro 2008 de Ronald Harwood
  • Indicado ao Oscar 2008 de Julian Schnabel
  • Indicado ao Oscar 2008 de Ronald Harwood
  • Indicado ao Oscar 2008 de Juliette Welfling
  • Indicado ao Oscar 2008 de Janusz Kaminski
  • Vencedor do Festival de Cannes 2008 de Julian Schnabel
  • Indicado ao Festival de Cannes 2008 de Palma de Ouro (melhor filme)
  • Vencedor do BAFTA 2008 de Ronald Harwood
  • Indicado ao BAFTA 2008 de Melhor filme britânico
  • 1965–1969 — v d e Globo de Ouro de Melhor Filme em língua estrangeira
Onde assistir
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Elenco
Mathieu Amalric
Mathieu Amalric
Jean-Dominique Bauby
Emmanuelle Seigner
Emmanuelle Seigner
Céline Desmoulins
Marie-Josée Croze
Marie-Josée Croze
Henriette Durand
Anne Consigny
Anne Consigny
Claude
Patrick Chesnais
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Dr. Lepage
Niels Arestrup
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Roussin
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Marie Lopez
Jean-Pierre Cassel
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Marina Hands
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Max von Sydow
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Resenhas de usuarios
Filipe Manuel Neto
★ 9.0 / 10
**Impressionante e tecnicamente notável.** Qual a sensação de estar preso dentro do nosso próprio corpo? Sinceramente, não consigo nem imaginar, deve ser algo sufocante. Mas é precisamente isso que este filme aborda, graças a um testemunho na primeira pessoa, adaptando o livro autobiográfico escrito por Jean-Dominique Bauby, redactor-chefe da revista de moda Elle, nos seus últimos meses de vida, logo após um AVC o deixar totalmente paralisado, com excepção de um dos olhos, que usava para comunicar graças a um engenhoso e lento sistema de comunicação. É um filme impressionante, a começar pela temática e pela narrativa na primeira pessoa. Como ele, nós começamos o filme sem perceber bem o que se passa, mas gradualmente vamos, com ele, descobrindo a dura realidade. Bauby era, então, um homem na força da vida e com fama de galã e de aventureiro e desportista. Este começo abrupto transporta-nos logo para o ambiente do filme e para a sensação desoladora daquele homem, que de repente viu a vida desaparecer e se limitar a uma cama, onde nem sequer se pode mexer ou falar. É arrasador. Um dos aspectos que mais chama a atenção neste filme é o magistral domínio das técnicas de filmagem e ângulos de câmara para nos mostrar, exactamente, o que aquele homem via, e nos colocar directamente na pele dele. Aproveitando todas as técnicas cinematográficas, do close-up ao desfoque, conseguimos ver pelo único olho bom de Bauby, e isso dá ao filme outro impacto. Os cenários e figurinos são extraordinariamente realistas e conferem ao filme todo o peso de uma história verídica de sofrimento, mas também de superação para além do que se poderia pensar possível. O elenco é muito bom. Sendo um filme francês, a língua usada é, naturalmente, a francesa, mas eu confesso que gostei bastante disso, posto que vários dos actores envolvidos são assíduos em filmes anglófonos e é agradável ouvi-los na sua língua nativa. Mathieu Amalric é um excelente actor e foi perfeito no papel de Bauby, e na forma como expressou, ainda que de forma estática, sem se mexer, sendo a sua voz ouvida como se fossem os seus pensamentos. Emmanuelle Seigner e Marie-Josée Croze também merecem destaque pelo seu trabalho positivo.
TMDB
Palavras-chave
dying and deathbased on novel or bookwritingfemale lovereditor-in-chiefpsychological stressbased on true storypatientdisabledmedical drama
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