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ACERVO · Filme · 2024

Nosferatu

Um conto gótico de obsessão entre uma jovem assombrada na Alemanha do século XIX e o antigo vampiro da Transilvânia que a persegue, trazendo consigo um horror incalculável.

Fonte: TMDB
* 6.7 (3,684)FantasiaTerrorEstados Unidos
Diretores
Robert Eggers
Paises
Estados Unidos
Estudios
Focus Features · Studio 8 · Maiden Voyage Pictures · Birch Hill Road Entertainment
Duração
132 min
Classificação etária
16 anos
MedoViolênciaViolência ExtremaSexo ExplícitoLinguagem ImprópriaDrogas
Lancamento
25/12/2024
Pontuacao
6.7 / 10 (3,684)

Premiações e indicações

  • Melhor Design de Produção
  • Vencedor do Critics' Choice Awards de Jarin Blaschke
  • Indicado ao Critics' Choice Awards de Melhor Direção de Arte
  • Indicado ao Critics' Choice Awards de Linda Muir
  • Indicado ao Critics' Choice Awards de Melhor Cabelo e Maquiagem
  • Indicado ao BAFTA de Jarin Blaschke
  • Indicado ao BAFTA de Linda Muir
  • Indicado ao BAFTA de Melhor Maquiagem e Caracterização
  • Indicado ao BAFTA de Robin Carolan
  • Indicado ao BAFTA de Melhor Design de Produção
  • Indicado ao BAFTA de Melhor Maquiagem e Penteados
Onde assistir
Streaming
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Aluguel
Claro videoClaro videoApple TV StoreApple TV StoreGoogle Play MoviesGoogle Play Movies
Compra
Apple TV StoreApple TV StoreAmazon VideoAmazon VideoGoogle Play MoviesGoogle Play Movies
Elenco
Lily-Rose Depp
Lily-Rose Depp
Ellen Hutter
Nicholas Hoult
Nicholas Hoult
Thomas Hutter
Bill Skarsgård
Bill Skarsgård
Count Orlok
Aaron Taylor-Johnson
Aaron Taylor-Johnson
Friedrich Harding
Willem Dafoe
Willem Dafoe
Prof. Albin Eberhart von Franz
Emma Corrin
Emma Corrin
Anna Harding
Ralph Ineson
Ralph Ineson
Dr. Wilhelm Sievers
Simon McBurney
Simon McBurney
Herr Knock
Adéla Hesová
Adéla Hesová
Clara
Milena Konstantinova
Milena Konstantinova
Louise
Comentários

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Resenhas de usuarios
Pedro Quintão
★ 6.0 / 10
A nova versão de Nosferatu (2024), realizado por Robert Eggers, é uma obra que deslumbra no aspeto técnico, mas que, para mim, falha em criar uma ligação emocional com o espectador. O trabalho visual e sonoro é de uma qualidade incrível, revelando o perfeccionismo de Eggers, mas há algo que parece faltar tanto ao vilão da obra como ao filme: uma alma. Cada vez mais acredito que Eggers faz filmes para serem apreciados, mas não para serem sentidos. É como se as suas obras fossem galerias de arte, esteticamente impecáveis, mas desprovidas de qualquer emoção. Pois, em nenhum momento, por mais que tentasse, consegui criar uma ligação e sentir-me envolvido com esta produção. Tecnicamente, o filme é soberbo. A atmosfera sombria e gótica é construída com um nível de detalhe extraordinário. Desde a iluminação que remete para a estética do cinema expressionista alemão até ao som que amplifica o desconforto, é impossível não reconhecer o talento do realizador. Contudo, a perfeição técnica por vezes afoga a narrativa, que parece secundária face à obsessão em criar uma experiência visualmente imaculada. O maior problema de Nosferatu é o seu ritmo e a duração. Com 2h15m, o filme torna-se um exercício de paciência. Há cenas que não acrescentam nada ao enredo e diálogos que soam repetitivos. Muitos desses momentos parecem estar ali apenas para exibir a qualidade técnica da produção, mas acabam por prejudicar o ritmo da história. Sinceramente, o filme ganharia muito se tivesse menos 30 ou 45 minutos. O arco da protagonista é outro aspeto que me cansou. Grande parte do tempo é passada com ela em transe, a contorcer-se e a gemer devido a alucinações. No início, essas cenas criam tensão, mas a repetição constante rapidamente se torna aborrecida e previsível. A narrativa acaba por perder força e intensidade, tornando-se monótona. Para não falar da justificação pobre (se é que podemos chamar isso) para a ligação dela com o vilão. Não é um filme lento, tem jump scares e cenas de suspense, o problema de Nosferatu é enrolar a narrativa em excesso. Recentemente, vi Heretic, que possui um ritmo muito mais pausado, mas conseguiu manter-me mais interessado do que este filme. Quanto ao próprio Nosferatu, tenho sentimentos mistos. Bill Skarsgård oferece uma interpretação memorável, com uma voz assustadora que dá à personagem uma presença imponente. No entanto, o visual do vampiro deixou-me dividido. Há momentos em que gostei, mas o bigode estranho dava-lhe um aspeto que, por vezes, o faz lembrar como uma fusão entre o vilão do filme de 1922 e o Borat. Nosferatu não é, de forma alguma, um filme fraco. É uma obra tecnicamente impressionante, mas que carece de uma narrativa mais ágil e de uma dimensão emocional. Robert Eggers é, sem dúvida, um mestre a criar atmosfera e obras que se prezam pelos valores técnicos. Contudo, pelo menos na minha opinião, falta-lhe a capacidade de fazer o público sentir, de criar uma ligação emocional entre o espectador e a história. Talvez isso não seja um problema para todos, mas para mim é impossível ignorar essa lacuna.
TMDB
Palavras-chave
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