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ACERVO · Filme · 1992

Nada É Para Sempre

A River Runs Through It

O filme é baseado na novela homônima de Norman MacLean e narra a verdadeira história de dois jovens Norman e Paul que cresceram pescando trutas em Montana. Um deles é revoltado com o pai, o Reverendo MacLean, enquanto o outro tem seus pés no chão. A família vive várias aventuras, os irmãos seguem cada um seu caminho, mas alguma coisa os faz retornar sempre à pescaria. Afinal, o rio parece ter algo a dizer aos MacLean.

Fonte: TMDB
* 7.0 (1,200)DramaReino Unido · Estados Unidos
Diretores
Robert Redford
Paises
Reino Unido · Estados Unidos
Estudios
Allied Filmmakers · Columbia Pictures
Duração
123 min
Classificação etária
12 anos
Lancamento
09/10/1992
Pontuacao
7.0 / 10 (1,200)
Onde assistir
Streaming
Amazon Prime VideoAmazon Prime VideoAmazon Prime Video with AdsAmazon Prime Video with Ads
Com anuncios
Pluto TVPluto TV
Aluguel
Apple TV StoreApple TV StoreAmazon VideoAmazon VideoGoogle Play MoviesGoogle Play Movies
Compra
Apple TV StoreApple TV StoreAmazon VideoAmazon VideoGoogle Play MoviesGoogle Play Movies
Elenco
Craig Sheffer
Craig Sheffer
Norman Maclean
Brad Pitt
Brad Pitt
Paul Maclean
Tom Skerritt
Tom Skerritt
Rev. Maclean
Brenda Blethyn
Brenda Blethyn
Mrs. Maclean
Emily Lloyd
Emily Lloyd
Jessie Burns
Edie McClurg
Edie McClurg
Mrs. Burns
Stephen Shellen
Stephen Shellen
Neal Burns
?
Vann Gravage
Young Paul
Nicole Burdette
Nicole Burdette
Mabel
Susan Traylor
Susan Traylor
Rawhide
Comentários

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Resenhas de usuarios
Filipe Manuel Neto
★ 4.0 / 10
**Longo demais, é um filme lento e morno sobre dois irmãos iguais a tantos outros irmãos.** A história deste filme é ligeiramente baseada num livro de memórias e conta as peripécias de juventude de dois irmãos com personalidades muito diferentes. Filhos de um pai rígido, que é também o pastor presbiteriano local, os dois jovens cresceram numa área rural do Montana em meio às primeiras décadas do século XX. Norman, o mais velho, é um jovem mais sério, sisudo e ajuizado enquanto Paul, o mais novo, é aventureiro, inconsequente e impulsivo. Porém, apesar das diferenças de personalidade e de rumos de vida, os dois irmãos mantiveram sempre laços fraternos entre si, e um gosto forte pela pesca de rio, adquirido pelo convívio com o pai. O filme é, numa palavra, morno. A história tem pouco de notável e quase se poderia dizer ser comum, se não fosse pelo fim trágico de um dos irmãos. Compreendo o interesse no tema do amor fraternal e das ligações de família, mas há telenovelas que abordam o mesmo tema de formas mais entusiasmantes e viciantes do que este filme sonolento e mais pachorrento do que um rio vagaroso no Verão. Robert Redford dirige, mas não encanta, e o tom algo monocórdico da sua narração é perfeito para adormecer. O elenco conta com um nome de grande peso e alguns outros que o circundam, digamos assim. O nome mais pesado do elenco é indubitavelmente Brad Pitt, que ainda era o menino-bonito de Hollywood neste longínquo ano de 1992 e sabia conjugar perfeitamente um intenso talento com a sua cara bonita, uma dose de irreverência e charme, desalinhado e despenteado. Ao ver este filme, foi impossível não comparar o desempenho dele com o que viria a fazer, anos depois, em *Lendas de Paixão*, onde quase parece que o actor retomou a personagem aqui vivida. Craig Sheffer, um actor muito menos renomado, contracena bastante bem com Pitt e ambos formam uma parceria positiva em cena. Tom Skerritt também me pareceu bastante bem no papel do pai de ambos os jovens, muito embora a sua personagem seja excessivamente formal em casa e isso lhe retire alguma credibilidade. O restante elenco limita-se à mediania, especialmente as actrizes, que praticamente aparecem por obrigação. O filme foi dirigido por Robert Redford, que não é brilhante como director, mas também não é o mais fraco que já vi. Ele soube aproveitar o enredo escasso e imprimir ao filme um ritmo lento, quase como se fosse uma divagação de um homem que recorda o seu próprio passado. É algo interessante, mas duas horas num filme assim é demais e faz com que desejemos saltar por cima de todos os monólogos monocórdicos de Redford e também de todos aqueles diálogos de tom emotivo e carregados de frases-feitas. O filme não tem clímax, nem a morte de uma personagem importante altera o tom do filme, que corre mansamente até acabar. A cinematografia é muito boa e aproveita muito bem as paisagens naturais, a água a correr, o céu e os elementos naturais. Os cenários e figurinos também são muito bons e permitem que consigamos perceber bem a passagem dos anos. A banda sonora não sobressai, mas em troca temos excelentes efeitos de som.
TMDB
Palavras-chave
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