
Murmur acompanha o voo real e metafórico de uma gaivota, através do olhar de uma figura feminina — suspensa em um tempo indefinido — que explora seus mecanismos físicos e divinos. Inspirado no famoso monólogo de Nina, de A Gaivota, de Anton Tchekhov, Murmur engaja, por meio de uma linguagem ricamente imaginativa, em um diálogo com a essência de uma arte verdadeiramente livre.
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