As máquinas estão a preparar o embate decisivo contra os humanos rebeldes e preparam-se para a invasão de Zion. Para muitos, a última esperança é a defesa da cidade até ao último homem. Porém, para Trinity, Morpheus e outros, é em Neo que reside a derradeira oportunidade para a raça humana. Assim, Neo e os tripulantes da nave de Morpheus partem em busca do "Chaveiro", um programa antigo que pode facilitar-lhes o acesso ao centro da Matrix, mas que está prisioneiro de outro programa, o francês Merovingian.
Fonte: TMDB
* 7.1 (12,033)AçãoAventuraFicção científicaSuspenseEstados Unidos
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Resenhas de usuarios
Filipe Manuel Neto
★ 5.0 / 10
**Muito inferior ao primeiro filme.**
Ok, eu esperava muito melhor. Depois de um filme tão inspirado e tão original quanto "Matrix", o mínimo que se esperava era algo equivalente, principalmente tendo em conta que temos de volta toda a equipa original, incluindo as directoras, que também assinam o roteiro.
O que temos neste filme é o arrancar do derradeiro conflito entre as máquinas e os seres humanos. O filme continua a apostar no estilo criado anteriormente, e continua a parecer fixe, e a tentar manter isso a maior parte do tempo. As cenas de luta tornaram-se ainda mais impressionantes e estilizadas. Os efeitos especiais são fantásticos, todo o trabalho dos actores é bom apesar de serem tão impessoais e frios como no primeiro filme. Os actores fazem o melhor que podem, mas nem sempre atingem o brilhantismo do primeiro filme. Simplesmente falta qualquer coisa. Além disso, o filme tem momentos que não deviam estar lá: a cena de sexo era dispensável, e detestei aquela espécie de rave, com pouca roupa e mais semelhante ao início de uma orgia gigantesca. Sim, de facto eles estão prestes a começar uma batalha gigantesca que decide se todos vivem ou morrem... e aquilo que querem fazer é ficar semi-nus e roçar o corpo uns nos outros, ao som de uma batida eléctronica. Tem lógica! Tanta lógica quanto a estranha e inexplicável capacidade adquirida pelo agente vilão de se copiar a si próprio até à exaustão.
O filme mantém os bons valores de produção do seu antecessor, mas é bastante mais fraco a nível de roteiro e de história contada. Isso, em última análise, prejudica-o bastante.