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Os Miseráveis
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ACERVO · Filme · 1998

Os Miseráveis

Les Misérables

França, século XIX. Passados quase vinte anos sobre a condenção a trabalhos forçados, por ter roubado um simples pão, Jean Valjean é finalmente posto em liberdade condicional. Após um episódio na casa de um bispo, a única pessoa que o acolheu, Jean torna-se um homem respeitado e ao fim de uns anos consegue ser eleito para presidente de Vigau. Mas o antigo guarda da prisão, e agora comissário da polícia da cidade, o obcecado e ambicioso Javert, está determinado em mandar Valjean de volta para trás das grades...

Fonte: TMDB
* 7.2 (681)CrimeDramaHistóriaRomanceAlemanha · Reino Unido
Trilha sonora
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Diretores
Bille August
Paises
Alemanha · Reino Unido · Estados Unidos
Estudios
Mandalay Entertainment
Duração
134 min
Classificação etária
PG-13(EUA — 13 anos)
Lancamento
01/05/1998
Pontuacao
7.2 / 10 (681)
Onde assistir
Aluguel
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Compra
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Elenco
Liam Neeson
Liam Neeson
Jean Valjean
Geoffrey Rush
Geoffrey Rush
Javert
Uma Thurman
Uma Thurman
Fantine
Claire Danes
Claire Danes
Cosette
Hans Matheson
Hans Matheson
Marius Pontmercy
Peter Vaughan
Peter Vaughan
Bishop
Reine Brynolfsson
Reine Brynolfsson
Captain Beauvais
?
Tim Barlow
Lafitte
Jon Kenny
Jon Kenny
Thénardier
?
Gillian Hanna
La Thénardier
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Resenhas de usuarios
Filipe Manuel Neto
★ 8.0 / 10
**Um excelente filme, com falhas menores no roteiro.** Este filme é a adaptação cinematográfica da obra literária com o mesmo nome, de Victor Hugo. O trabalho original é tão vasto e detalhado que qualquer adaptação nunca seria capaz de lhe fazer justiça, e por isso eu estava "a priori" aberto a muitos cortes. O filme não me decepcionou: faltam personagens inteiros e há momentos em que todos os que conhecem o livro sentem os cortes e as pontas soltas. Posso até dizer que não concordo com algumas das opções do roteiro. Apesar disso, comparando esta versão com a de 2012, que eu vi primeiro e que adapta mais directamente o musical da Broadway do que o romance propriamente dito, é capaz de entrar mais facilmente na atmosfera sombria do livro e nas esperanças em torno da revolta retratada. Sem o pano de fundo das músicas, sem o colorido do teatro, é um filme que procura mostrar tudo mais fielmente. Não vou discutir os detalhes do enredo. Se quer saber o que acontece no filme, veja ou leia o livro, que está bem divulgado e amplamente traduzido. Além disso, é uma história relativamente familiar da maioria do público. Vamos falar sobre o trabalho dos actores. Liam Neeson foi um bom Jean Valjean, mostrando-se capaz de combinar bem o lado obscuro da personagem com o seu desejo de fazer o bem, remediar o passado e começar do zero. É uma personagem bastante nobre nas suas intenções, apesar de ser considerada fora-da-lei, e o actor entendeu bem essa dualidade. Do outro lado está Geoffrey Rush, talvez o melhor Javert que já vi (e gostei mesmo da maneira que Russell Crowe trabalhou a personagem em 2012!). Rush deu a Javert um tom frio e absolutamente cruel, tornando-o um homem incapaz de sentir empatia pelo seu semelhante. Ele é a personificação da justiça cega e implacável, ao passo que Crowe parece mais um homem obcecado, incapaz de mudar a sua obediência irracional à lei. Muito menos bem conseguido foi o trabalho de Claire Danes como Cosette. Detestável! Ela foi um tremendo erro de casting, já que nunca conseguiu captar a alma da sua personagem, uma jovem inocente que descobre o amor, mas se sente dividida entre o novo sentimento e a fidelidade ao homem a quem deve tudo, e que a vida lhe levou a chamar de pai. Uma Thurman, por outro lado, pareceu-me bastante satisfatória como Fantine, mas ainda prefiro a personagem pela mão de Anne Hathaway, na versão musical de 2012, muito mais sóbria e sofredora. Mesmo assim, não posso deixar de notar que a importância da personagem de Thurman foi afectada pelos cortes no roteiro. O filme está cheio de acção e tensão. Desde a chegada de Valjean a Paris até às cenas nas barricadas, o filme é um jogo de gato e rato entre polícias e fugitivos, em meio a uma França que está a despedaçar-se, à beira de outra guerra civil e indecisa sobre a sua nova monarquia orleanista. O quadro político da época é importante para entender o filme e é parte fundamental do roteiro. Mas falta aqui o drama de um clímax final adequado. As cenas finais ocorrem de repente e o filme termina deixando o público com a sensação de "quero mais". Ainda há algumas pontas soltas devido aos cortes feitos e isso devia ter sido corrigido (a morte de Javert, por exemplo). Também senti falta de Eponine, personagem feminina que faria um triângulo amoroso com Cosette e Marius, colocando o seu amor à prova. Tecnicamente impecável, o filme tem óptimos cenários e figurinos. Os efeitos sonoros, visuais e especiais cumprem o seu papel com bravura sem roubar a atenção do que está a acontecer naquele momento. A cinematografia é excelente e está totalmente ao nível das expectativas.
TMDB
Palavras-chave
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