O sol nasce sobre Cinecittà. O Mestre está prestes a realizar seu novo filme, inspirado em "América" de Kafka. Nesse meio tempo, uma equipe de televisão japonesa surge para entrevistar Federico Fellini. O resto é um delírio autobiográfico com Cinecittà como centro. "É um filme no qual a câmera é utilizada como um lápis, um pincel que traça hieróglifos. É uma ideia gráfica, pictórica, visual, o oposto do cinema que conta uma história." Ganhou o Prêmio do 40º Aniversário do Festival de Cannes. Grande Prêmio do Festival de Moscou de 1987.