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Desejo Inconcebível
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ACERVO · Filme · 2017

Desejo Inconcebível

Inconceivable

Angela Morgan (Gina Gershon) é uma mãe que quer aumentar sua família. Um dia, ela conhece a jovem misteriosa, Katie (Nicky Whelan), e sua filha, que acabaram de se mudar para a cidade. À medida em que se tornam próximas, Angela convence seu marido Brian (Nicolas Cage) de convidar Katie a viver em sua casa de hóspedes e a contratam como babá de sua filha. Ao longo do tempo, a amizade entre as duas mulheres dá lugar a uma obsessão perigosa e Katie parece estar decidida a destruir a família Morgan.

Fonte: TMDB
* 5.5 (370)CrimeDramaSuspenseEstados Unidos · Reino Unido
Trilha sonora
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Diretores
Jonathan Baker
Paises
Estados Unidos · Reino Unido
Estudios
Baker Entertainment Group · EFO Films
Duração
105 min
Classificação etária
12 anos
Lancamento
30/06/2017
Pontuacao
5.5 / 10 (370)
Onde assistir
Streaming
Amazon Prime VideoAmazon Prime VideoAmazon Prime Video with AdsAmazon Prime Video with Ads
Com anuncios
Pluto TVPluto TV
Aluguel
Apple TV StoreApple TV StoreGoogle Play MoviesGoogle Play Movies
Compra
Apple TV StoreApple TV StoreGoogle Play MoviesGoogle Play Movies
Elenco
Nicolas Cage
Nicolas Cage
Brian
Gina Gershon
Gina Gershon
Angela
Nicky Whelan
Nicky Whelan
Katie
Faye Dunaway
Faye Dunaway
Donna
Natalie Eva Marie
Natalie Eva Marie
Linda
James Van Patten
James Van Patten
Dr. Weisman
Jonathan Baker
Jonathan Baker
Barry
Leah Huebner
Leah Huebner
Mother in the Park
Ele Bardha
Ele Bardha
Jake Reynolds
Corrie Danieley
Corrie Danieley
Monica Wheeler
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Resenhas de usuarios
Filipe Manuel Neto
★ 1.0 / 10
**Não vale a pena pagar para ver isto.** Este é um daqueles filmes que prometia muita coisa e acabou por não concretizar quase nada daquilo que eu esperava. Com um elenco cheio de actores bem reputados e uma boa sinopse prometendo uma história intrigante para dizer o mínimo, eu pensei que teria, pelo menos, algum interesse. Acabei bastante decepcionado: o filme começa bem e lembrou-me um pouco alguns daqueles tríleres de há dez ou quinze anos, como, por exemplo, “Single White Female” ou “The Hand that Rock’s the Cradle”, dois filmes que vieram à minha memória então. Porém, começa a desmoronar a partir do momento em que aquela mulher, praticamente desconhecida, se muda para a casa de hóspedes dos novos amigos. Acho que a direcção foi muito importante para determinar a ruína deste projecto: Jonathan Baker é o nome do desconhecido que se sentou na cadeira do director, e parece não ter a menor habilidade para dirigir um filme. Eu não o conhecia, mas não fiquei apreensivo, já tive surpresas agradáveis às mãos de directores que nunca tinha visto. Todavia, rendo-me às evidências: será melhor para Baker encontrar outro emprego. A cinematografia até vai funcionando razoavelmente, e o filme cumpre os mínimos do ponto de vista técnico, mas a tensão que deveria construir não está lá. Outra pessoa apta para retornar às filas do Centro de Emprego é Chloe King, que já tinha assinado o lixo de trama usado no filme “Poison Ivy 2”. Aquilo que ela escreveu para este filme envergonharia um dramaturgo de peças escolares do ensino secundário: o enredo é previsível, usa e abusa de quase todos os clichés de género e, mais grave, tem falhas de lógica tão óbvias que arruínam a trama irremediavelmente: por exemplo, se aquela mulher matou uma pessoa e fugiu por que é que nunca vemos a polícia até ao fim? Pode acreditar-se que se pode matar dois adultos e fazer desaparecer a filha deles sem dificuldade? E depois aquela médica… como diabos foi ingénua a ponto de fazer o que faz aqui? Não é ingenuidade, é estupidez e eu seria igualmente estúpido se acreditasse na trama que este filme quer vender! Um director totalmente inexperiente, um argumento mal escrito e sem inspiração, péssimas personagens, sem desenvolvimento coerente. O filme estava, assim, condenado logo à partida. Mesmo assim, a produção investiu em actores com nomes sonantes: tentaram ao máximo chamar Lindsay Lohan, o que iria certamente rebaixar ainda mais o interesse do trabalho final, mas o estúdio teve a sensatez de travar a tempo e impor Nicky Whelan, uma actriz de terceiro escalão que, pelo menos, tem certa experiência e não está associada umbilicalmente a desastres de bilheteira e interpretações de papelão. Lado a lado com a igualmente fraca Gina Gershon, é difícil dizer quem faz melhor: ambas foram fracas nos seus esforços, mas até um bom actor teria dificuldade para trabalhar decentemente sem o apoio de um director que lhe diga exactamente como pretende as coisas, como foi o caso aqui. Faye Dunaway parece estar aqui por acaso: ela não faz um esforço, nem o filme lho exige, limitando-a ao papel de sogra viperina e odiosa, que esconde o veneno por trás de uma calorosa conversa à mesa da refeição. Nick Cage está só à caça de mais um cheque bancário para pagar mais um osso do seu dinossauro de estimação, ou mais uma pedra de um dos castelos onde desbaratou a sua fortuna. Quanto a Natalie Eva Marie nem merece ser chamada actriz. Foi a sensualidade do corpo dela que lhe garantiu o que, na prática, é só um dispensável cameo de cinco minutos. Sem uma história decente, tem de haver sexo e peitos nus para manter o público na sala.
TMDB
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