
Em "Heitor Sem Nome", Vasco Saltão reflete sobre o desejo de acabar com hierarquias e nacionalismos, para se aproximar de um mundo de homens e mulheres livres, sem classes, hierarquias, submissão ou exercício de poder. "Estou nesta falésia há quase um ano, aqui na vigia. Continuo atento ao mar e ao inimigo, apesar de nunca o ter visto. O homem a cavalo deu-me uma nova ordem, tenho de ficar ainda mais alerta, à espera de uma miragem, de um fantasma que não vem".
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