
O cinema nacionalizado sempre teve temas construídos, mesmo que modificados. Agora, o diretor Július Matula se centra em um jovem engenheiro que, cheio de esperanças, assume um cargo em uma famosa cooperativa agrícola. No entanto, logo descobre que por trás dos discursos há hipocrisia e protecionismo. Os autores criticam a maneira como a incompetência é muitas vezes disfarçada, os erros são astutamente camuflados e o ambiente social favorece os medíocres e os adaptáveis. Eles fazem uma declaração ousada, dentro dos limites da lei, e defendem um aumento da conscientização do trabalho.
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