
Vivemos em um mundo fragmentado, onde os sentidos vagueiam sem rumo pelo cotidiano e pelos submundos da cidade e do corpo. Um registro descontínuo e subjetivo do dia a dia, que revela uma obsessão recorrente em registrar até mesmo as coisas mais corriqueiras. Nesse universo, os aspectos menos poéticos da vida, ou seja, os mais sombrios, se tornam o filtro da visão.
Faça login para comentar e discutir sobre esta obra.