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ACERVO · Filme · 1995

O Primeiro Cavaleiro

First Knight

Juntos, Sean Connery, Richard Gere, Julia Ormond (Lendas da Paixão, Sabina) e Jerry Zucker, o diretor de Ghost - Do Outro Lado da Vida, Trazem para você uma nova visão do rei Arthur de Camelot. Uma visão de batalhas que tiram o fôlego, de coragem sem limites, do amor desmedido que pôs um reino inteiro a seus pés... e de uma paixão imensa, o fez viver para sempre.

Fonte: TMDB
* 6.1 (1,345)AçãoAventuraDramaEstados Unidos
Trilha sonora
YouTubeGoogle
Diretores
Jerry Zucker
Paises
Estados Unidos
Estudios
First Knight Productions · Columbia Pictures · Zucker Brothers Productions
Duração
134 min
Classificação etária
PG-13(EUA — 13 anos)
Lancamento
07/07/1995
Pontuacao
6.1 / 10 (1,345)
Onde assistir
Aluguel
Apple TV StoreApple TV StoreAmazon VideoAmazon VideoGoogle Play MoviesGoogle Play Movies
Compra
Apple TV StoreApple TV StoreAmazon VideoAmazon VideoGoogle Play MoviesGoogle Play Movies
Elenco
Sean Connery
Sean Connery
Arthur
Richard Gere
Richard Gere
Lancelot
Julia Ormond
Julia Ormond
Guinevere
Ben Cross
Ben Cross
Malagant
Liam Cunningham
Liam Cunningham
Sir Agravaine
Christopher Villiers
Christopher Villiers
Sir Kay
Valentine Pelka
Valentine Pelka
Sir Patrise
Colin McCormack
Colin McCormack
Sir Mador
Ralph Ineson
Ralph Ineson
Ralf
John Gielgud
John Gielgud
Oswald
Comentários

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Resenhas de usuarios
Filipe Manuel Neto
★ 2.0 / 10
**Gosto muito deste filme, mas é um péssimo filme.** Este filme é, para mim, particularmente nostálgico porque eu gostava muito de o ver no tempo da minha infância e juventude. Foi um daqueles filmes que marcou o meu imaginário acerca da Idade Média, e de como poderia ter sido. Obviamente, a maneira como eu o vejo mudou com a maturidade, e os estudos permitiram-me perceber as enormes anacronias cometidas por este filme, a vários níveis. Porém, como quase tudo aquilo que nos traz boas memórias de infância, é um filme que continua a ser-me bastante querido. O roteiro não merece muitas considerações, sendo essencialmente um melodrama pobre e de gosto duvidoso, criado em torno das lendas arturianas. A lenda, como sabemos, tem uma forte origem franca, e centra-se num rei lendário que governou sobre a Britânia, defendendo-a dos Saxões, num período muito inicial da Alta Idade Média – sim, porque a Idade Média não pode ser considerada como um todo, tem praticamente mil anos de extensão e muita coisa se passou nesse tempo todo. Vemos uma Lady Guinevere contrair um casamento de conveniência política com um idoso Rei Artur, no auge do seu poder e influência, muito embora ameaçado pela hoste de um inimigo, Malagant. E vemos a forma como um jovem e arrogante Lancelot persegue, e na prática assedia a jovem rainha, seduzindo-a e levando a que se apaixone por ele. Apesar do carinho que tenho por este filme, que tantas boas memórias me traz, reconheço que é um filme fraco e muito mal feito. A própria história que nos é contada é bastante feia, sendo, na essência, um conto moral de sedução, traição, adultério e abuso de confiança, onde a única personagem digna da nossa simpatia é o velho rei Artur, no seu excesso de bondade, senso de justiça e rectidão. Mesmo sendo um homem velho, ele honra a palavra dada ao pai da sua noiva e casa-se com ela (obviamente, uma mulher muito mais jovem que ele) para a proteger, a ela e ao senhorio feudal dela. Empenhado na construção de um reino ideal, ostraciza Malagant, que descrê do projecto pela sua própria ambição e crueldade, da mesma forma que não consegue ver a forma como se abre a Lancelot, um total desconhecido, criando condições para que este abusasse dele e o traísse, seduzindo a jovem e ingrata rainha. Uma história muito feia, mas de forte humanidade, onde aprendemos o que acontece quando somos bons demais. Não obstante só nos aparecer quase meia hora depois de o filme ter começado, não há dúvidas de que Sean Connery é o grande actor deste filme. Ele era o homem certo para conferir força e nobreza ao velho soberano britânico. De resto, basta a sua carismática e aristocrática presença, e a forma impecável como actua e trabalha a sua personagem, para justificar uma revisita a este filme, que se tornou bastante popular na televisão. Todavia, o resto do elenco está totalmente errado. Ou os actores não foram capazes de entender as personagens, ou (e eu aposto que terá sido isso) o director Jerry Zucker foi totalmente incapaz de os dirigir e de entender como deveria fazê-lo. Julia Ormond é muito bonita e elegante, mas parece não saber o que está a fazer neste filme. Ben Cross é uma sombra de si mesmo e faz uma personagem absurdamente mal escrita e mal concebida. Richard Gere é pomposo, presunçoso, fanfarrão, irritante e perverso. Os valores de produção são elevados, e o filme parece caro. A cinematografia é incrível e muito bonita, especialmente as cenas nocturnas, com a luz dos archotes e fogo. Os cenários e figurinos são muito detalhados, elaborados e visualmente impressionantes. As armas e armaduras dos cavaleiros de Artur, com o azul e o prateado, são lindas, e Camelot é uma das mais belas cidades cenográficas medievais que já vi num filme. O grande problema disto é que estamos a ver uma gritante anacronia! Se o filme aborda a figura do rei Artur e esse rei existiu algures antes do Ano Mil, a cidade de Camelot nunca teria aquele aspecto visual elaborado. As armas e armaduras, de igual modo, seriam muito mais primitivas, simples e funcionais. É tudo muito bonito, não há dúvidas, mas é falso como o beijo de Judas! Uma palavra ainda para a banda sonora, de gosto um pouco vulgar e duvidoso, quase melodramático.
TMDB
Palavras-chave
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