
Um Ford Fairlane de 1957, sendo dirigido através da região do Alentejo em Portugal, é o catalisador da história de caminhos cruzados. O início do filme, excessivamente prolongado, mostra os motoristas (Filipe Cochofel e António Pedro Figueiredo) aproveitando a noite para passear de carro até o veículo queimar. O ritmo aumenta ao amanhecer, quando eles tentam consertar o carro. Um mecânico aposentado, que agora é apicultor e tem problemas cardíacos (Canto e Castro), resolve o problema e convence Figueiredo a levá-lo em uma moto para encontrar um velho amigo. Cochofel e a sobrinha preocupada do mecânico (Maysa Marta) seguem em seu encalço. O velho homem morre tranquilamente na estrada, mas Figueiredo, tendo abraçado completamente sua missão de entrega, continua em frente.
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