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ACERVO · Filme · 2004

Eu, Robot

I, Robot

No ano 2035, os robots estão programados para viverem em harmonia com os humanos e fazerem parte do seu dia a dia. Quando um brilhante cientistca da U. S. Robotics Corporation aparece morto, o detective de Chicago, Del Spooner (Will Smith) é chamado para a investigação do crime. Auxiliado por uma psicóloga de robots, a Dra. Susan Calvin (Bridget Moynahan), o detective Spooner descobre que o principal suspeito do caso poderá ser um robot. Mas quando Spooner se aproxima da verdade, ele vê-se apanhado numa corrida pela própria vida. Com o tempo a escassear, uma ainda maior ameaça, que desafiará toda a existência humana começa a emergir.

Fonte: TMDB
* 7.0 (12,734)AçãoFicção científicaEstados Unidos · Alemanha
Trilha sonora
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Diretores
Alex Proyas
Paises
Estados Unidos · Alemanha · Canadá
Estudios
Davis Entertainment · Laurence Mark Productions · Canlaws Productions · 20th Century Fox · Overbrook Entertainment · Mediastream Vierte Film
Duração
114 min
Classificação etária
10 anos
Lancamento
15/07/2004
Pontuacao
7.0 / 10 (12,734)
Onde assistir
Streaming
Disney PlusDisney Plus
Com anuncios
Mercado PlayMercado Play
Elenco
Will Smith
Will Smith
Del Spooner
Bridget Moynahan
Bridget Moynahan
Susan Calvin
Alan Tudyk
Alan Tudyk
Sonny (voice)
James Cromwell
James Cromwell
Dr. Alfred Lanning
Bruce Greenwood
Bruce Greenwood
Lawrence Robertson
Adrian Ricard
Adrian Ricard
Granny
Chi McBride
Chi McBride
Lt. John Bergin
Jerry Wasserman
Jerry Wasserman
Baldez
Fiona Hogan
Fiona Hogan
V.I.K.I. (voice)
Peter Shinkoda
Peter Shinkoda
Chin
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Resenhas de usuarios
Filipe Manuel Neto
★ 5.0 / 10
**Apostando num CGI excessivo e no visual, tem uma história satisfatória e um roteiro pouco ambicioso.** Não tinha muitas expectativas quando resolvi ver este filme: o título não me inspirava muito e a presença de Will Smith, actor que nunca gostei muito, também não me fazia prever nada de grandioso. De facto, este filme é bastante banal na sua essência, mas cumpre com a sua tarefa principal, que é entreter-nos sem podermos dar por mal empregue o tempo gasto para o ver. O roteiro é bastante simples, na minha opinião: piscando o olho aos filmes ‘noir’ do passado, este filme é uma investigação policial dirigida por um detective céptico, desconfiado, às vezes algo neurótico na sua maneira de agir. Tudo decorre no ano de 2035 (daqui a apenas alguns anos): a humanidade afeiçoou-se às utilidades dos robôs e aproveita-os para todos os trabalhos que se revelam cansativos ou repetitivos. O crime é o aparente suicídio impossível de um importante cientista associado à robótica. Desde o começo, o detective suspeita de homicídio, e da atitude de um robô que parece excessivamente rebelde. Porém, o que a sua investigação vai revelar é bastante mais grave e sério do que ele poderia imaginar. O filme é um cruzamento de elementos que pareceria improvável a um primeiro olhar: o sci-fi carregado de CGI mistura-se com uma personagem principal que parece ter saído de *Sin City*, na sua atitude desconfiada, pessimista, sombria e por vezes brutal. A história é boa o bastante para nos prender até ao final, muito embora seja bastante evidente que tudo vai redundar numa conspiração em que o domínio do mundo vai estar em disputa. Há alguns pontos dissonantes, sub-enredos que nunca se desenvolvem, um mundo que parece ter evoluído depressa demais em cinquenta anos (o filme é de 2004, a história ocorre em 2035) e que o filme não explora. Não é um filme para um público que quer pensar sobre o que viu, apenas um filme para passar algum tempo entretido. Sob esse prisma, eu penso que a produção foi muito pouco ambiciosa. Will Smith não é um actor que eu aprecie particularmente. Ele é bom para certos trabalhos, mas não é o tipo de actor que eu consideraria versátil ou multifacetado. Aqui, o actor parece nunca se empenhar verdadeiramente, e faz um trabalho preguiçoso e mole, numa mistura de *MIB* e *Wild Wild West*. Ele tem presença, tem carisma, não lhe podemos negar isso, mas faz pouca coisa além do básico. Bridget Moynnahan faz um contraponto interessante a Smith, e consegue ser mais que uma cara bonita para coadjuvar o actor principal. Bruce Greenwood é bom, mas não tem tempo ou material para ir além do que foi. Alan Tudyk modela muito bem a sua voz e adapta-se relativamente bem à personagem, mas o filme não era para ele brilhar. A nível técnico, o filme aposta quase totalmente num CGI pesado e omnipresente, que domina a cinematografia de uma forma que eu, particularmente, achei excessiva, principalmente por se notar demasiado que tudo era falso. Não era um CGI de qualidade, realista, natural. Os cenários e figurinos funcionam satisfatoriamente, mas também não surpreendem. A direcção de Alex Proyas provou ser exímia na criação de um estilo visual próprio e no uso da cinematografia para amplificar a grandiosidade do que vemos. A banda sonora também não me satisfez.
TMDB
Palavras-chave
chicago, illinoisfutureman vs machineheroartificial intelligence (a.i.)based on novel or bookgrandparent grandchild relationshiphomicidedetectivedystopia
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