
Estrés não é um filme. É uma ferida aberta. Com ele, Marilyn Solaya não busca contar histórias: ela as expõe, as sacode, as deixa sem anestesia. Em seis relatos entrelaçados, a diretora transforma o cotidiano em um campo de batalha emocional, onde pobreza, amor, doença e dignidade se enfrentam sem trégua.
Faça login para comentar e discutir sobre esta obra.