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Drácula - Uma História de Amor Eterno
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ACERVO · Filme · 2025

Drácula - Uma História de Amor Eterno

Dracula

No século 15 tardio, na Europa Oriental, a esposa do príncipe Vlad II é brutalmente assassinada. Em resposta, ele renega Deus e amaldiçoa o próprio Céu. Amaldiçoado com a vida eterna, Vlad é reencarnado como Drácula, um guerreiro imortal que desafia o destino em uma cruzada ensanguentada para recuperar sua amada perdida da morte.

Fonte: TMDB
* 7.2 (1,302)FantasiaTerrorRomanceFrança
Trilha sonora
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Diretores
Luc Besson
Paises
França
Estudios
EuropaCorp · TF1 Films Production · SND · Kinology · Actarus Productions · Luc Besson Production
Duração
129 min
Classificação etária
16 anos
Violência ExtremaConteúdo SexualViolênciaDrogas Lícitas
Lancamento
30/07/2025
Pontuacao
7.2 / 10 (1,302)
Onde assistir
Streaming
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Aluguel
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Compra
Apple TV StoreApple TV StoreAmazon VideoAmazon Video
Elenco
Caleb Landry Jones
Caleb Landry Jones
Vlad / Dracula
Zoë Bleu Sidel
Zoë Bleu Sidel
Elisabeta / Mina
Christoph Waltz
Christoph Waltz
Priest
Matilda De Angelis
Matilda De Angelis
Maria
Ewens Abid
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Jonathan Harker
Guillaume de Tonquédec
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Dumont
David Shields
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Bertrand-Xavier Corbi
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Raphael Luce
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Resenhas de usuarios
Filipe Manuel Neto
★ 7.0 / 10
**É um bom filme, mas tem os seus problemas.** Após tantos filmes em torno do Conde Drácula, torna-se difícil fazer algo muito diferente do que já foi feito. Luc Besson, um cineasta francês de méritos inquestionáveis, assegura aqui a direcção, a produção e a escrita do argumento, num trabalho que muito autoral em que volta a oferecer bom entretenimento artisticamente concebido e apresentado. Sendo essencialmente apresentado como uma história de amor, o filme chama público feminino, mas vai afastar outros públicos e isso pode talvez levar a que seja esquecido mais cedo. O filme é bom: a cinematografia é soberba, o modo como ele trabalhou a cor, as sombras e a luz são excelentes. O cenário é atmosférico, muito bem concebido, harmonizando bem os detalhes de época com elementos algo fantasiosos que a nossa mente associa aos dois períodos – a Idade Média Tardia e o Período Vitoriano – mas que são mais o produto dessa imagética popular do que, propriamente, de uma reconstituição historicamente precisa. Um exemplo gritante disso é o castelo de Drácula, que se assemelha mais a uma catedral gótica do que a uma verdadeira fortificação medieval: é esteticamente lindo, ainda que se assuma claramente como uma fantasia, uma coisa imaginada. A mesma regra se aplica à concepção de figurinos e a muitos dos adereços, mas essa imprecisão propositada não foi nunca um problema: o filme recria uma história totalmente ficcional, então a liberdade criativa é perfeitamente admissível. Este assunto leva-nos invariavelmente a falar da história em si, e das personagens, e como sempre eu preciso de advertir os incautos para não fazerem confusão entre o príncipe Vlad Drácula, o vampiro ficcional de Bram Stoker e deste filme, com o verdadeiro Vlad Tepes Drăculea “o Empalador”, que foi rei da Valáquia e da Moldávia no fim do século XIV e é considerado um herói romeno pela maneira como defendeu as suas terras contra os invasores turcos. A personagem história real, obviamente, nunca foi um vampiro e um ser amaldiçoado, era um cristão extremamente devoto, mas também um guerreiro temível que usou o medo como arma militar. O seu pai havia instituído uma ordem de cavaleiros, a Ordem do Dragão, e daí vem o seu apelido em romeno, que significa Filho do Dragão. A única coisa em comum entre a personagem ficcional e a figura histórica é isso: ambos são guerreiros temíveis que se opuseram à expansão otomana com tácticas de terror. Caleb Jones foi uma escolha ousada para o vampiro mais icónico da história do cinema. O actor fez o que estava ao seu alcance e, apesar de não ser capaz de convencer (muito particularmente nas cenas românticas, onde a química dificilmente está presente), não foi um desempenho negativo. O actor tem o suficiente para carregar o filme e a personagem sem cair na caricatura ou no exagero. Zoe Bleu fica muito bem vestida como uma princesa ou uma dama vitoriana, mas afora a estética, não convence e comporta-se como mais uma menina adolescente do século XXI, com hormonas à flor da pele e desejo sexual superior à massa cinzenta. Assim, a melhor interpretação do filme acabou por ser a do veterano e talentoso Christoph Waltz. A genética germânica ajudou-o muito a encarnar Van Helsing, ainda que sob a batina de um padre católico heterodoxo. É um Van Helsing diferente de tudo o que já vi, discreto e impassível, que transmite a sensação de controlo e inteligência.
TMDB
Palavras-chave
paris, francevampirebeheadingparfumgargoylegothic horrormusic boxeternal love19th century15th century
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