
Paris, março de 1939. Enquanto as tropas nazistas marcham pela Europa, artistas e intelectuais exilados de todo o mundo ainda convergem para a capital francesa. Entre eles está o compositor português Fernando Lopes-Graça, que partilha esse ambiente cosmopolita à beira do colapso. Uma feliz coincidência o coloca na presença do homem que considera seu mestre, o intransigente compositor húngaro Béla Bartók. Para Lopes-Graça, a ocasião se apresenta como uma oportunidade única para mostrar a Bartók suas partituras...
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