
Oficinas da mente. Interior do Borda. Amigo lembra se mistura nos fractais. Polícia fazendo trabalho sujo. Depósitos de escravos e morcegos. Entre estações, está a mensagem. Nativos mortos por uniformizados. Tristes jogam no poema partido. Gatos nas chapas dançam, comissários mentem, gravadores azuis desaparecem entre estações. Crianças apodrecendo em sacos de lixo da necrotério. Marcas mnémicas. Cães e porretes. Mártir. Criança morre, gendarmes e narcotraficantes. Piqueteiros lembram, se organizam e lutam. Tiro policial. Mulher torturada, estuprada múltiplas vezes, obrigada a abortar. Ignacio e Mariel brincam entre dials nus ao amor. Locutor e iscas pós-modernas. Piquete de recordação. Lista de corruptos assassinos entre dials. Interno não quer mais polícia nunca mais.
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