Um retrato labiríntico da cultura tcheca à beira de um novo milênio. Egon Bondy profetiza um inferno capitalista, Jim Čert admite ter colaborado com a polícia secreta, Jaroslav Foglar não encontra um abridor de garrafas, e Ivan Diviš faz observações sobre o próprio funeral. Este é o cenário da República Tcheca nos anos 90, conforme detalhado no documentário de Karel Vachek.
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