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ACERVO · Filme · 1973

Com 007 Viva e Deixe Morrer

Live and Let Die

O tráfico de heroína e a morte de agentes secretos colocam frente a frente James Bond (Roger Moore) e Mr. Big (Yaphet Kotto), o chefão do crime em Nova York. Sua organização age impulsionada pelas visões de Solitaire (Jane Seymour), uma cartomante com poderes especiais. Quando conhece Bond, Solitaire perde os seus poderes e é condenada a morte em um ritual vudu.

Fonte: TMDB
* 6.5 (2,303)AçãoAventuraSuspenseReino Unido
Trilha sonora
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Diretores
Guy Hamilton
Paises
Reino Unido
Estudios
EON Productions · United Artists
Duração
121 min
Classificação etária
12 anos
Lancamento
27/06/1973
Pontuacao
6.5 / 10 (2,303)
Onde assistir
Aluguel
Apple TV StoreApple TV Store
Compra
Apple TV StoreApple TV StoreGoogle Play MoviesGoogle Play Movies
Elenco
Roger Moore
Roger Moore
James Bond
Yaphet Kotto
Yaphet Kotto
Kananga/Mr. Big
Jane Seymour
Jane Seymour
Solitaire
Clifton James
Clifton James
Sheriff J.W. Pepper
Julius Harris
Julius Harris
Tee Hee
Geoffrey Holder
Geoffrey Holder
Baron Samedi
David Hedison
David Hedison
Felix Leiter
Gloria Hendry
Gloria Hendry
Rosie Carver
Bernard Lee
Bernard Lee
M
Lois Maxwell
Lois Maxwell
Miss Moneypenny
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Resenhas de usuarios
Filipe Manuel Neto
★ 4.0 / 10
**Sobrevivendo aos anos Setenta** Dirigido por Guy Hamilton e com roteiro de Tom Mankiewicz, é o oitavo filme da franquia. Neste filme, o primeiro em que Roger Moore encarna o espião, o agente britânico luta contra um barão de drogas americano. A pista eventualmente leva Bond até à Luisiana e a uma ilha fictícia das Caraíbas, San Monique, onde Bond vai enfrentar forças deste mundo e do outro, inspiradas por superstições e crenças como a magia. Para muitas pessoas, este é um dos filmes mais estranhos da franquia devido à quantidade de elementos incomuns do enredo, os quais incluem "blaxploitation", magia, droga, voodoo e superstições. Essas pessoas têm razão. A franquia está a tentar sobreviver a dois factores de perigo: a partida de Sean Connery e a evolução do mundo, com os anos Setenta a trazerem mudanças radicais na audiência. Assim, produtores e roteiristas tentam atrair públicos novos, em particular o público negro, que é atraído não apenas pela inclusão de actores negros no elenco mas, principalmente, pela passagem de Bond em locais associados à cultura afro-americana. As drogas e a magia, por sua vez, estavam na moda não tanto por culpa do perigo do tráfico em si mas devido à ascensão do movimentos hippies, do neo-xamãnismo e de outros movimento contra-culturais. Roger Moore provou que podia exercer o papel, e o agente podia sobreviver a Sean Connery. Na verdade, consegue ser muito mais inglês do que o primeiro actor, mantendo o hábito britânico de não perder a calma e, não importa a gravidade da situação que enfrente, nos brindar com uma piadinha irónica ou um jogo de palavras. Tais notas de humor vão servir como "válvula de escape" do filme e encorajar a produção a inserir outros elementos cómicos, como o xerife J. W. Pepper, que também pode ser visto como uma crítica, dura mas implícita, ao provincianismo e o conservadorismo da sociedade branca dos estados sulistas. Lembre-se, caro leitor, que este filme foi lançado num momento em que a sociedade americana estava em transformação graças à luta por direitos civis por parte dos negros. Nesse filme, a bondgirl foi Jane Seymour, no papel da taróloga Solitaire, e os vilões ficaram a cargo de Yaphet Kotto e Julius Harris, o último no papel de Tee Hee, o homem do braço de metal. Geoffrey Holder personifica o Baron Samedi, personagem do voodoo que entra neste filme estranho, que não deixa lembranças, como muitos filmes dos anos Setenta. Não colocaria este filme como o pior da franquia, até porque ajudou Bond a adaptar-se a uma nova era, mas também está longe de ser brilhante. Para a posteridade fica o bom desempenho de Moore e a música de introdução, de Paul McCartney, que receberia, anos depois, uma nova vida através de um famoso cover dos Guns N'Roses.
TMDB
Palavras-chave
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