
Anna, de 25 anos, precisa enfrentar a dor da perda repentina de sua mãe. Determinada a enviar a mãe, que era ortodoxa, em sua última jornada segundo os costumes, ela se depara com regras burocráticas que impedem que ela mesma vista sua mãe falecida. Esse conflito a aproxima de Maria, uma funcionária de 45 anos da funerária, que representa os medos ocultos da morte e do luto em um nível emocional profundo.
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