
Em "Big Time", o equivalente visual do álbum de mesmo nome de Angel Olsen, a história de luz e sombra é contada através de um espaço surrealista onírico não linear que coloca um dilema central. 'Até que ponto uma pessoa precisa ir para deixar o passado para trás e aceitar seu verdadeiro eu?' É uma história que aborda complexidades enraizadas como como nosso inconsciente lida com a identidade sexual reprimida, as dificuldades de deixar para trás nossas velhas versões para dar um passo rumo à autorrealização e a culpa que carregamos ao lidar com a perda.
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