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ACERVO · Filme · 2023

Barbie

No mundo mágico das Barbies, "Barbieland", uma das bonecas começa a perceber que não se encaixa como as outras. Depois de ser expulsa, ela parte para uma aventura no "mundo real", onde descobre que a beleza está no interior de cada um.

Fonte: TMDB
* 6.9 (11,221)AventuraComédiaFantasiaReino Unido · Estados Unidos
Trilha sonora
YouTubeGoogle
Diretores
Greta Gerwig
Paises
Reino Unido · Estados Unidos
Estudios
LuckyChap Entertainment · Heyday Films · NB/GG Pictures · Mattel · Warner Bros. Pictures
Duração
114 min
Classificação etária
12 anos
Temas SensíveisViolênciaConteúdo SexualLinguagem ImprópriaDrogasInappropriate Language
Lancamento
19/07/2023
Pontuacao
6.9 / 10 (11,221)
Onde assistir
Streaming
HBO MaxHBO MaxHBO Max Amazon ChannelHBO Max Amazon Channel
Aluguel
Apple TV StoreApple TV StoreAmazon VideoAmazon Video
Compra
Apple TV StoreApple TV StoreAmazon VideoAmazon Video
Elenco
Margot Robbie
Margot Robbie
Barbie
Ryan Gosling
Ryan Gosling
Ken
America Ferrera
America Ferrera
Gloria
Ariana Greenblatt
Ariana Greenblatt
Sasha
Issa Rae
Issa Rae
Barbie
Kate McKinnon
Kate McKinnon
Barbie
Alexandra Shipp
Alexandra Shipp
Barbie
Emma Mackey
Emma Mackey
Barbie
Hari Nef
Hari Nef
Barbie
Sharon Rooney
Sharon Rooney
Barbie
Comentários

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Resenhas de usuarios
Filipe Manuel Neto
★ 5.0 / 10
**Poderia ser uma excelente peça de entretenimento sobre um ícone cultural do século XX e XXI, mas tornou-se um esquecível filme-manifesto woke contra o “patriarcado”.** Apesar de eu ser um homem, também para mim a boneca Barbie tem um significado: eu vi imensas nas mãos de amiguinhas e colegas de escola, e a boneca tinha direito a metade da prateleira dos brinquedos no supermercado. Portanto, mesmo sem a ter tido, eu conheci as diferentes vidas e profissões da Barbie, as numerosas casas de sonho, carros, iates ou versões temáticas, pelo menos durante o tempo limitado da minha infância. Não marcou a minha vida, mas faz parte das minhas memórias de infância. A boneca, como se sabe, foi criada pela fundadora da Mattel para dar às meninas algo diferente das convencionais bonecas infantis com que brincavam às mães e donas de casa. Ela sabia que aquela nova geração não estava mais confinada ao lar e à maternidade, e quis criar algo que espelhasse a enorme gama de oportunidades de vida e de carreira que se abriam. No entanto, o visual estilizado da boneca ajudou a cristalizar um ideal de beleza e a reforçar estereótipos já existentes sobre a beleza feminina: seios volumosos, ancas largas, pele branca, cabelos loiros, pernas longas e uso permanente de saltos altos (até anos mais recentes, mesmo as versões de piscina e praia tinham aquele modelo de pé). Assim, a boneca tornou-se ícone da cultura pop, mas colidiu com os valores e crenças dos “millenial’s”, que cresceram a acreditar que não faz mal ser mãe e trabalhar. O sonho da Mattel, de ter um filme acerca da sua boneca-mascote, demorou duas décadas. Tanto que passou por dois estúdios e numerosas actrizes foram pensadas para papel-título antes de a Warner Bros. Pictures resolver alavancá-lo e chamar Margot Robbie, a actriz e produtora que se encantou pela ideia. Claro, além de todos os usuais conflitos de agenda e interesse de estúdios, o projecto sofreu com a paralisação da indústria cinematográfica na pandemia de COVID-19. O texto brinca com o universo Barbie, recorda modelos e acessórios que não estão mais disponíveis excepto para coleccionadores e reflecte sobre o impacto social que a boneca teve e tem, celebrando-a como um ícone cultural. A história começa numa terra mágica que a Mattel parece ter feito para as suas bonecas, e onde Barbies dominam e os Kens vivem na sua sombra delas, espelhando um retracto exagerado da nossa sociedade. Francamente, evoluímos muito poucas décadas e podemos ser optimistas: se a nossa sociedade fosse assim, Gerwig nunca teria sido directora nem Margot Robbie teria sido actriz profissional, recebendo o cheque chorudo que lhe rendeu este trabalho. Gerwig faz um bom trabalho na direcção, mas é menos hábil na escrita do argumento, que se perde totalmente a partir do último terço e tem um final decepcionante. Num forte apelo ao público “woke”, ávido por causas sociais que encham manchetes, seja a Palestina ou a violência racial ou qualquer outra, o filme fala demasiado no patriarcado e nos perigos do patriarcado, inquinando o filme com assuntos que não tinham de estar lá obrigatoriamente. Margot Robbie está feliz e contente a desempenhar o papel para o qual parece ter sido geneticamente concebida desde nascimento. Ariana Greenblatt e America Ferrera dão um apoio bem-vindo e bem-humorado, assim como Issa Rae, Emma Mackey e Kate McKinnon. Aproveitando o hype que se sabia que o filme ia ter, Dua Lipa aparece brevemente, mas não faz nada além de aparecer e Ryan Gosling, que é um bom actor, dá uma interpretação fortemente exagerada, pecando constantemente pelo excesso num dos piores papéis da sua carreira, pelo menos para mim. O grande problema do filme, e aquilo que o torna esquecível, é ser um filme-manifesto woke dirigido às neo-feministas, que deixam crescer pêlos nos sovacos e tiram fotos nuas para falar em empoderamento. Querem por força destruir o patriarcado sem entenderem que os humanos são patriarcais desde as cavernas e que não adianta realmente combater isso. Seria o mesmo que tentar ensinar um chimpanzé a recitar Shakespeare, pois não é da natureza dele. O que nós, como sociedade, devemos fazer é tornar o patriarcado mais justo: a mulher deve ter direito ao mesmo salário do colega masculino e às mesmas oportunidades de crescimento pessoal, mas também deve apoiar o seu parceiro na luta por uma licença de parentalidade idêntica à dela e reconhecer o direito de um pai à custódia dos filhos sem reivindicar qualquer privilégio automático como “pagamento” por nove meses de gestação que vivenciou por uma inevitabilidade biológica. Nisto, como em tudo, deve impor-se o supremo interesse da criança, ainda que a mesma não tenha nascido, não tendo a mulher gestante direito de dispor indiscriminadamente da vida de um filho que carregue dentro do seu ventre. Pode ser o corpo dela, mas não é a vida dela para poder impor as regras dela.
TMDB
Achilles
★ 10.0 / 10
Título: Uma Celebração Encantadora e Empoderadora - "Barbie" (2023) "Barbie" é uma adorável surpresa cinematográfica que honra o icônico ícone cultural que é a boneca Barbie. Sob a brilhante interpretação de Margot Robbie, o filme é um verdadeiro deleite, repleto de charme, humor e vulnerabilidade, o que torna Robbie uma escolha perfeita para dar vida à amada boneca. A direção de Greta Gerwig eleva o filme a outro nível. Como cineasta talentosa conhecida por suas narrativas envolventes e personagens complexos, Gerwig entrega uma abordagem criativa e original à adaptação de propriedade intelectual. Sua colaboração com Noah Baumbach resulta em uma história cativante que surpreende tanto fãs antigos quanto novos espectadores. O elenco de apoio também é um ponto alto em "Barbie". Ryan Gosling entrega uma atuação charmosa e carismática como Ken, enquanto Simu Liu acrescenta diversão como o amigo da Barbie, Ryan. Mas é Kate McKinnon quem rouba a cena com seu talento ao interpretar a vilã excêntrica, proporcionando momentos hilários e memoráveis. Além do entretenimento, "Barbie" transmite mensagens valiosas sobre autoaceitação e confiança. A jornada de Barbie ao mundo real, após ser expulsa da Barbieland por não se encaixar nos padrões de perfeição, destaca a importância de ser autêntico e verdadeiro consigo mesmo, mesmo que isso signifique não se conformar aos estereótipos impostos pela sociedade. A produção é um deleite visual, com cenários deslumbrantes que transportam o público para um mundo de cores e magia. A narrativa bem-construída e envolvente cativa espectadores de todas as idades, mantendo-os emocionalmente investidos do início ao fim. "Barbie" é uma homenagem encantadora ao ícone cultural que tocou gerações de meninas e mulheres ao redor do mundo. Com uma mensagem inspiradora sobre autoaceitação, um elenco talentoso e a direção habilidosa de Greta Gerwig, este filme se destaca como uma produção divertida e empoderadora que vale a pena ser apreciada por todos. Seja você um fã antigo da Barbie ou um novo espectador em busca de entretenimento com significado, este filme promete encantar e inspirar.
TMDB
Marte
★ 7.0 / 10
Barbie é engraçado, tem um humor mais ácido com questões contemporâneas, e é inadequado para crianças. Dito isso, Barbie não me encantou, foi como um filme de Sessão da Tarde com mais recursos financeiros para investir na ambientação e figurino. A fórmula americana já está me cansando, sempre esse final feliz com uma lição forçada. Sem falar que esse filme é de estadunidenses para estadunidenses. Todas as piadas funcionam só no contexto estadunidense, e eu pelo menos enquanto mulher brasileira não consegui me identificar com nenhuma das lições do filme, mesmo as humanas que acompanham Barbie sendo teoricamente latinas. Dessa forma, eu não tenho muito a comentar sobre o filme, foi divertidinho e só. Mas admito que a ambientação foi impressionante e as atuações de Margot Robbie e Ryan Gosling foram bem boas (a de Gosling principalmente). Aliás, aproveitando o espaço, todos os homens redpill e estadunidenses em geral que acharam que isso aqui foi muito agressivo com os homens são chorões demais. Não teve nada demais, se a realidade incomoda, sinto muito, vocês são realmente tão ridículos quanto soam.
TMDB
T
tmdb34195587
★ 9.0 / 10
Um filme super divertido, muito engraçado e reflexivo acerca da vida e da nossa sociedade. Em sua grande maioria, apresenta críticas pontuais, bem escritas e muito inteligentes, porém, há momentos em que essas críticas se tornam repetitivas, o que foi um pequeno e praticamente único problema para mim. De resto, é tudo perfeito, as atuações estão impecáveis, Ryan Gosling e Margot Robbie estão incríveis, a direção de Greta Gerwig também é ótima. É um filme que acerta muito na comédia e no drama, e proporciona muita diversão e reflexão.
TMDB
Palavras-chave
feminismsatirepatriarchysocial satirebased on toyfemale protagonistfish out of waterwomanhooddollreality vs fantasy
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