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ACERVO · Filme · 1992

Alien³

A tenente Ripley é encarregada de ir a um planeta que é usado como colônia penal de segurança máxima. Este é o novo palco de assassinatos do Alien, que está matando tudo o que se move, menos a própria tenente Ripley, que aparentemente não é atacada pelo monstro.

Fonte: TMDB
* 6.4 (6,382)AçãoTerrorFicção científicaEstados Unidos
Diretores
David Fincher
Paises
Estados Unidos
Estudios
20th Century Fox · Brandywine Productions
Duração
144 min
Classificação etária
16 anos
Lancamento
22/05/1992
Pontuacao
6.4 / 10 (6,382)
Onde assistir
Streaming
Disney PlusDisney Plus
Elenco
Sigourney Weaver
Sigourney Weaver
Ripley
Charles S. Dutton
Charles S. Dutton
Dillon
Charles Dance
Charles Dance
Clemens
Paul McGann
Paul McGann
Golic
Brian Glover
Brian Glover
Andrews
Ralph Brown
Ralph Brown
Aaron
Danny Webb
Danny Webb
Morse
Christopher John Fields
Christopher John Fields
Rains
Holt McCallany
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Lance Henriksen
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Comentários

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Resenhas de usuarios
Filipe Manuel Neto
★ 7.0 / 10
**Um filme que começa mal não pode acabar bem. Mesmo assim, o filme tem valores que vale a pena destacar.** Não há qualquer dúvida de que os dois primeiros filmes da franquia “Alien” são clássicos por mérito próprio e figuram num certo panteão dos melhores filmes de terror e sci-fi feitos até ao presente. São filmes onde tudo correu muito bem, e onde tudo se conjugou de maneira a fazer grandes obras de cinema. Este filme, o terceiro da franquia, não consegue ombrear com eles, e a razão dessa impossibilidade prende-se às suas origens. Como dizemos em Portugal, o que nasce torto nunca, ou só tardiamente, se endireita. De facto, este filme nasceu e cresceu sob o signo do caos e da confusão, com discussões quase constantes entre o estúdio, os produtores, o director David Fincher e a equipa responsável pelo roteiro. Logo de início, Ridley Scott recusou-se a dirigir o novo filme por entender que este se devia prender às hipotéticas origens da espécie alienígena (Scott conseguirá levar adiante esta sua ideia nos filmes mais recentes, “Prometheus” e “Alien Covenant”). Fincher aceitou ser o seu substituto, mas as constantes interferências do estúdio no seu trabalho levaram a brigas intensas e a um clima muito tenso. Foram gastos milhões em cenas cortadas e refilmadas, à medida que o roteiro ia sendo alterado e escamoteado, e foram até construídos cenários que nunca foram utilizados porque o roteiro mudou. Convenhamos: era virtualmente impossível fazer um grande filme no meio destes conflitos. O filme continua a história da Tenente Ripley: um misterioso incêndio obriga a nave em que ela seguia a ejectar as cápsulas de hipersono. Dos três sobreviventes do filme anterior, apenas ela é resgatada com vida pelos presidiários de uma colónia penal espacial. O lugar é distante, não há muitos presidiários e a maioria refugiou-se numa certa espiritualidade estranha. Ripley terá, então, a ajuda do médico residente, que irá confirmar que havia um Alien vivo a bordo da nave onde ela estava em hipersono, e que a ameaça está já em incubação naquela colónia penal. O filme tem as suas qualidades: a cinematografia, os cenários e os figurinos são excelentes e vão totalmente ao encontro daquilo que já vimos nos filmes anteriores; a sensação de ameaça e de tensão continua bem presente e é bastante eficaz, ainda que não haja qualquer surpresa quanto às capacidades assassinas do Xenomorfo. A banda sonora, os efeitos de som, a edição e os efeitos especiais continuam excelentes, notoriamente caros e elaborados. O trabalho feito pelos actores também não nos deixa insatisfeitos: Sigourney Weaver pega na sua personagem, defendendo-a e dando-lhe um desenvolvimento e força cuja responsabilidade recaem total e inteiramente na actriz, e na forma como ela se empenhou neste trabalho. Charles Dance ainda lhe dá um apoio bem-vindo, com um trabalho bem feito, mas eles estão quase sozinhos e todo o restante elenco é muito mais fraco que eles. Uma ressalva, contudo, para a aparição breve de Lance Henrikssen, que faz um bom trabalho, ainda que contribua pouco para o filme. Há, todavia, algumas questões que deixam o filme muito mais fraco, e que se prendem, na sua generalidade, ao roteiro. Uma das que me surgiu enquanto via o filme é a forma como o filme se descarta facilmente das personagens sobreviventes do filme anterior, matando-as enquanto dormem. Outra coisa que eu pensei foi que aquele Xenomorfo, ainda que seja enorme e muito eficaz a matar, não está a agir como qualquer animal agiria normalmente. Quando observamos o mundo natural, vemos que os animais só matam por dois motivos essenciais: a alimentação e a auto-defesa. O Xenomorfo não. Ainda que ele se alimente dos humanos que mata, ele parece também matar por prazer, o que pode denunciar um certo tipo de inteligência semelhante à humana. O filme, contudo, nunca explora isto, limitando-se a soltar a fera para matar à vontade e de modo aleatório. Como elemento de terror, funciona, mas falta a inteligência que tornaria as coisas mais interessantes. As consequências disto, à luz das questões religiosas e espirituais tão queridas dos presidiários, também não são abordadas: limitamo-nos a vê-los em orações meio apocalípticas. E se todos eles são homens vis, ex-assassinos e gente perigosa, como é que o filme não foi capaz de os fazer usar essa violência e “experiência criminal” em prol da própria autodefesa?
TMDB
Chompiras
★ 7.0 / 10
**Filme que pode variar sua opinião (depende da versão que vc mais viu)! E que com divergências criativas, o filme morre antes de nascer.** Depois do enorme sucesso de Aliens: O Resgate (1986), a Fox sem perder tempo começou a produção de Alien³ (1992). Só que esse que começaria como um filme grandioso, terminaria como um filme com uma dos bastidores mais conturbados do cinema, de vários roteiros recusados a regravações extremas e perda de conteúdo, Alien³ (1992) é um dos filmes mais polêmicos já feito. Na trama após um misterioso acidente na Sulaco faz todos morrerem (menos Ripley) cair no planeta Fiorina 161, um novo Xenomorfo surge e começa a sua nova matança. Esse filme já começa mal ao matar Newt e Hicks que eram peças chaves no filme anterior tanto para o enredo quanto para a evolução da Ellen Ripley (Sigourney Weaver) só o Bishop fica mais tempo vivo, mas ele morre também, e nos introduz à novos personagens que (tirando Leonard Dillon (Charles S. Dutton), Walter Gollic (Paul McGann), Jonathan Clemens (Charles Dance), Francis Aaron (Ralph Brown) e Robert Morse (Danny Webb) que até possuem um desenvolvimento de personagem) não são bem desenvolvidos e nem possuem carisma que nem os personagens de Aliens (1986) e os desse filme (os personagens desenvolvidos nesse filme), tem algumas partes do filme que o deixam arrastado (principalmente no corte de cinema: 114min), uns personagens como Harry Andrews (Brian Glover) só está lá jogado e se vc apagasse ele da trama não ia mudar nada. Mas esse filme tem alguns pontos positivos que salva esse filme de ser ruim, o arco do Golic (restaurado no corte estendido: 144min) é bem legal, os personagens (por mais que não tenham um bom desenvolvimento) eles tem algumas cenas bem engraçadas, outro ponto positivo é a volta do tom de terror, e a presença do Xenomorfo (nascido de um cachorro no corte de cinema ou nascido de um boi no corte estendido) chega a ser assustador e ele está bem feito nos efeitos práticos (pena que quando ele está em marionete de vara nos efeitos de sobreposição está feio e é uma pena que nos relançamentos em DVD/Blu-Ray eles não corrigiram esse efeitos em ambos os cortes do filme), a Sigourney Weaver ainda manda bem como Ripley e o seu arco de se sacrificar está incrível e encerra esse filme de uma forma gloriosa. Nota (Versão de Cinema: 114min.): 5,2. Nota (Assembly Cut:144min): 7,4.
TMDB
Palavras-chave
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