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007: Na Mira dos Assassinos
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ACERVO · Filme · 1985

007: Na Mira dos Assassinos

A View to a Kill

O magnata Max Zorin (Christopher Walken) pretende controlar o mercado de informática. Ele resolve arquitetar um louco plano, no qual milhares de pessoas vão morrer para ficar ainda mais rico. Após retornar da sua viagem na União Soviética com um chip de computador, James Bond (Roger Moore) precisa investigar as indústrias de Zorin e tentar impedir que o vilão realize os seus planos.

Fonte: TMDB
* 6.2 (2,203)AçãoAventuraSuspenseReino Unido · Estados Unidos
Diretores
John Glen
Paises
Reino Unido · Estados Unidos
Estudios
EON Productions · United Artists · Metro-Goldwyn-Mayer
Duração
131 min
Classificação etária
12 anos
Lancamento
24/05/1985
Pontuacao
6.2 / 10 (2,203)
Onde assistir
Aluguel
Apple TV StoreApple TV StoreAmazon VideoAmazon Video
Compra
Apple TV StoreApple TV StoreAmazon VideoAmazon VideoGoogle Play MoviesGoogle Play Movies
Elenco
Roger Moore
Roger Moore
James Bond
Tanya Roberts
Tanya Roberts
Stacey Sutton
Christopher Walken
Christopher Walken
Max Zorin
Grace Jones
Grace Jones
May Day
Patrick Macnee
Patrick Macnee
Tibbett
Patrick Bauchau
Patrick Bauchau
Scarpine
David Yip
David Yip
Chuck Lee
Fiona Fullerton
Fiona Fullerton
Pola Ivanova
Manning Redwood
Manning Redwood
Bob Conley
Alison Doody
Alison Doody
Jenny Flex
Comentários

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Resenhas de usuarios
Filipe Manuel Neto
★ 5.0 / 10
**É bom, mas não convincente.** Dirigido por John Glen e produzido por Albert Broccoli, é o décimo quarto filme da franquia. Desta vez, Bond investiga uma fraude no mundo das corridas de cavalos envolvendo Max Zorin, um homem de negócios poderoso que, no entanto, esconde uma terrível conspiração. Trata-se do último filme em que Moore dá vida a Bond, tendo-se retirado logo a seguir. Também é neste filme, e após muitas décadas ao serviço de Sua Majestade, que nos despedimos de Lois Maxwell, a veterana que, para muitos como eu, é e sempre vai ser a grande Miss Moneypenny. Além do elenco central, Tanya Roberts interpreta a bondgirl Stacey Sutton, Patrick Macnee dá vida a Sir Godfrey Tibbett, Grace Jones dá vida a Mayday e Christopher Walken deu alma a Zorin. Para uma despedida, Moore portou-se à altura. Não se pode exigir mais deste actor, que foi um grande 007 ao longo de anos e anos. Apesar do talento dele continuar indiscutível, ele já tinha ultrapassado a "barreira psicológica" dos 55 anos, e por isso era já velho demais para fazer esta personagem. Parece que ele deveria ter saído alguns anos antes, mas a falta de substituto à altura e a feroz concorrência aos filmes da franquia fizeram Moore adiar a despedida. E apesar de alguns o acharem muito mole, brando e cavalheiresco demais, comparando-o assaz vezes à truculência viril de Sean Connery, eu não lhe aponto nada disso. Connery foi (não está morto, mas reformado) um bom actor e será sempre um marco do universo Bond, mas Moore encarnava melhor o espírito e a mentalidade de um britânico da velha guarda. E sim, isso inclui aquelas piadinhas algo secas que ele costumava fazer, e que fazem parte do mais puro humor britânico, o qual não é para todos os gostos. Firme até ao fim como um leal súbdito da Rainha, Moore aguentou-se neste filme com brio. Antes de abordar o roteiro, quero também deixar uma palavra de apreço ao desempenho de Grace Jones, uma mulher como poucas e que fez, neste filme, grande sucesso. O roteiro é bom, tem momentos bem pensados e boas ideias, mas peca muito pela falta de credibilidade do conjunto. Por exemplo, é estranho que Bond, um agente secreto, fosse destacado para investigar algo como o dopping nas corridas equestres. Isso é tarefa para a polícia. Claro que ele tinha de "tropeçar" em alguma coisa terrível, mas essa ideia inicial não cai na cabeça de ninguém. Outro problema é o plano que o vilão elabora para conseguir os seus intentos malévolos: é demasiado complexo e intrincado quando, talvez, podia haver modo mais eficiente de atingir os mesmos objectivos sem ter de rebentar com metade da Califórnia. Em qualquer caso, o filme é bom o bastante: entretém o público bem, não decepciona os fãs e tem algumas cenas notáveis, como a sequência do Ponte Golden Gate, não só pelo desempenho dos actores, mas pelo próprio lugar. O tema de abertura, cantado por Duran Duran, também merece ser apreciado.
TMDB
Palavras-chave
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