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A Catedral
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ACERVO · Filme · 1989

A Catedral

La chiesa

Na era medieval, uma catedral é construída para abrigar e esconder corpos de pessoas consideradas possuídas por demônios. Séculos depois, um jovem bibliotecário libera o mal que está sob a construção ao remover uma pedra nas catacumbas. Ao redor, uma série de eventos macabros começa a acontecer e o padre Gus parece ser o único a não estar possuído. Portanto, cabe a ele a tarefa de evitar o caos na cidade.

Fonte: TMDB
* 6.1 (255)TerrorItália
Trilha sonora
YouTubeGoogle
Diretores
Michele Soavi
Paises
Itália
Estudios
Reteitalia · Cecchi Gori Group Tiger Cinematografica · ADC Films
Duração
102 min
Classificação etária
R(EUA — 17 anos)
Lancamento
10/03/1989
Pontuacao
6.1 / 10 (255)
Onde assistir
Carregando provedores…
Elenco
Hugh Quarshie
Hugh Quarshie
Father Gus
Tomas Arana
Tomas Arana
Evan
Feodor Chaliapin Jr.
Feodor Chaliapin Jr.
The Bishop
Barbara Cupisti
Barbara Cupisti
Lisa
Antonella Vitale
Antonella Vitale
Bridal Model
Giovanni Lombardo Radice
Giovanni Lombardo Radice
Reverend
Asia Argento
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Lotte
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Freddie
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Resenhas de usuarios
Filipe Manuel Neto
★ 1.0 / 10
**Um filme medíocre em vários aspectos.** Este filme é inteiramente filmado em redor de uma grandiosa catedral gótica, aproveitando bem a grandiosidade e a beleza do monumento e da arte medieval. O roteiro, que é assinado por Dario Argento, não é isento de falhas ou de opções que podiam ter sido melhor pensadas. A história começa na Idade Média, quando um grupo de cavaleiros teutónicos massacra uma aldeia germânica de adoradores do Diabo. O massacre é bastante brutal, e nem as crianças ou os animais foram poupados. Os corpos foram então agrupados numa vala comum, cobertos de cal e terra e esquecidos para sempre… ou não! No local foi erguida uma grande catedral. Seis ou sete séculos depois, no nosso tempo, a catedral está a sofrer importantes obras de restauro e recuperação. Durante as obras, um pergaminho é encontrado que revela a existência de um compartimento secreto, atrás de uma pedra com sete olhos gravados. Sabendo que a catedral é a única no seu género sem um único túmulo – com excepção do arquitecto da igreja, que foi ali sepultado – o bibliotecário da diocese começa a desconfiar que o prédio pode ter guardado algum segredo ou tesouro, e decide procurá-lo. Mas o segredo da catedral é mais tenebroso e perigoso do que ele julga. Como eu disse, o filme tem um roteiro bastante amador, tendo em conta a reputação de Argento e do director, Michele Soavi. Acho que o massacre é revelado demasiado cedo, teria sido mais interessante se surgisse a meio do filme, como explicação para eventos que viessem a ocorrer antes e que precisassem de explicação. Também me parece inconcebível que toda a igreja tenha apenas aquela porta. Qualquer pessoa que conheça um mínimo de arquitectura religiosa sabe que uma catedral tem sempre três portas, no mínimo: a porta principal, a porta de serventia para uso dos sacerdotes e acesso à sacristia, e ainda a chamada “Porta Santa”, a qual é geralmente aberta solenemente em anos de jubileu, e cuja passagem dá aos peregrinos indulgências especiais mediante o cumprimento de certas condições prévias. Faltou aqui um bom consultor que aconselhasse o director e o argumentista. O elenco fez um trabalho medíocre, mas não podia fazer muito melhor com o material que recebeu. Barbara Cupisti e Tomas Arana não estiveram mal no início, mas perdem brilho e protagonismo a partir do meio e acabam totalmente subaproveitados. Hugh Quarshie e Feodor Chaliapin (que deu vida a Jorge em “O Nome da Rosa”) fizeram um bom trabalho e destacam-se no elenco. Asia Argento começa mal, com a sua personagem a assemelhar-se apenas a mais uma Lolita, carregada de sexualidade mas reprimida pelo pai, porém acaba por desabrochar e revelar-se uma boa adição ao elenco. Todos os demais são carne para canhão, literalmente, porque estão ali para morrer: temos uma mulher vaidosa que morre ao se ver feia num espelho, uma esposa idosa que mata o marido após se cansar de o ouvir resmungar constantemente e um sacristão que se suicida. As mortes são quase sempre grotescas. O amadorismo persiste nos aspectos técnicos. O único aspecto técnico totalmente positivo é a banda sonora, composta por Keith Emerson, Goblin e Philip Glass, e que ajudou muito a criar e amplificar a tensão dramática, quando ela foi possível. A cinematografia é bastante datada e comum, mas pelo menos tira bom proveito da beleza gótica da famosa Igreja de Matias, em Budapeste. A ponte sobre o Danúbio existente nesta cidade também foi bem aproveitada para uma cena muito breve, mas bem-feita, em fast-forward. Apesar disso, o filme não menciona uma cidade específica como palco dos acontecimentos do roteiro, devendo-se a escolha de Budapeste para as filmagens, talvez, a políticas financeiras e fiscais mais leves para as produções de filmes. Os efeitos especiais, visuais e sonoros do filme são muito maus e nota-se claramente que são falsos. O sangue parece sumo de framboesa, a criatura é nitidamente um homem num fato ou um grupo de homens… o desastre é completo. Eu poderia ainda falar dos figurinos dos cavaleiros teutónicos, do aspecto estranho dos elmos e armas ou de como eles se parecem com o KKK, mas prefiro nem desenvolver esse assunto. Medíocre.
TMDB
Palavras-chave
massacrechurchdemondemonic possession
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