John Nash é um gênio da matemática que, aos 21 anos, formulou um teorema que provou sua genialidade e o tornou aclamado no meio onde atuava. Mas aos poucos o belo e arrogante Nash se transforma em um sofrido e atormentado homem, que chega até mesmo a ser diagnosticado como esquizofrênico pelos médicos que o tratam. Porém, após anos de luta para se recuperar, ele consegue retornar à sociedade e acaba sendo premiado com o Nobel.
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Resenhas de usuarios
Filipe Manuel Neto
★ 6.0 / 10
**Um filme interessante.**
Este filme narra a vida do matemático americano John Nash, um génio, considerado um dos mais notáveis matemáticos do século XX.
Confesso que não o conhecia até ter visto o filme, mas tal coisa não é surpreendente visto que nunca tive particular interesse pela matemática. Achei interessante a forma como ele conta a sua vida, usando as aventuras e peripécias que lhe foram sucedendo para tornar toda a história ainda mais atraente para o público. Claro que nem tudo o que o filme mostra é exactamente verdade... há muita coisa inventada e empolada para aumentar o efeito dramático e que incluímos nas liberdades criativas e narrativas do argumentista. Mas se nós as removermos, talvez o filme esteja próximo o suficiente da realidade para o considerarmos um filme biográfico.
Russel Crowe interpretou o protagonista de uma maneira geralmente agradável e interessante. O grande problema de sua interpretação foi o sotaque estranho e um tanto forçado que usou. Confesso que não entendi o porquê de tal expediente. Há outros actores interessantes aqui, nomeadamente Ed Harris, no papel de um dos vilões do filme, ou ainda Christopher Plummer e Paul Bettany. Contudo, nenhum destes actores brilhou a ponto de se ombrear com Crowe, limitando-se a fazer o seu papel, que era dar-lhe apoio e suporte.